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3232Ação global ilumina monumentos em verde chamando a atenção para a doença celíaca; confira como será no Brasil
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Para dar visibilidade à doença celíaca (DC), organizações se mobilizam pelo mundo iluminando monumentos e prédios públicos em verde, cor símbolo da causa. As ações, coordenadas em vários países acontecem em maio, mês dedicado à conscientização sobre a DC. O Movimento Celíacos do Brasil, sediado em São Paulo, representará o país na ação global que terá início na noite de hoje (16).
Quatro pontos emblemáticos serão iluminados em três estados brasileiros: a estátua do Cristo Redentor, na capital fluminense, a Usina de Itaipu em Foz do Iguaçu (PR) e dois prédios na capital paulista – o Shopping Light e o Centro Cultural Fiesp, todos apoiadores da ação, que conta ainda com a participação de outras empresas.
Eduardo Vidal, idealizador do Movimento Celíacos do Brasil e da ação, também foi candidato a deputado federal em 2022 e é autor da PL dos celíacos. Ele conta que, quando viu a ação global em 2020, tentou reproduzi-la no país, mas não conseguiu avançar na época. Em 2021 houve nova tentativa, mas não obtiveram os parceiros necessários.
Para Vidal, as entidades estão percebendo a importância de apoiar as ações de conscientização como essa e, por isso, aderiram à causa. “Espero que a iniciativa ajude a aumentar a conscientização sobre a doença celíaca, pois não existe cura e o único tratamento é uma dieta sem glúten”, afirma. O Movimento, que foi criado em 2019, é composto por celíacos voluntários. Trata-se de uma organização independente.
O dia 16 de maio foi escolhido por ser considerado o Dia Mundial de Conscientização sobre Doença Celíaca. A ação coordenada em vários países representa uma oportunidade única para que as pessoas possam se informar sobre essa condição.
Na usina de Itaipu, por exemplo, serão três pontos destacados em verde: uma calota que fica bem visível na ‘Itaipu Iluminada’ (tradicional passeio e um dos mais procurados pelos turistas), o obelisco que fica na entrada da Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana) e o prédio de recepção aos visitantes.
A gerente de Negócios do Complexo Turístico Itaipu, Silvana Gomes, comenta que os três pontos vão receber a iluminação verde por 20 dias, de oito a 28 de maio. Nesse período a causa celíaca será mencionada aos visitantes.
Do Brasil para o mundo
Começou no Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro, a ideia de iluminar monumentos em verde para chamar a atenção sobre a doença celíaca no mês de maio. Suzane Boyadjian, atual presidente da Acelbra-RJ, também presidia a entidade naquele 2019. Frequentadora da paróquia de São José, ela falou de sua intenção com padre Omar, reitor do Santuário Cristo Redentor, que prontamente aderiu à sugestão e orientou-a quanto aos passos necessários.
Suzane recorda que foi uma iniciativa solitária: pouco apoio recebeu, inclusive da própria diretoria da associação. Uniram-se então Renata Macena, celíaca e chef de cozinha, e Gustavo Negrini, do evento Gluten Free Brasil, que se entusiasmaram com a ideia e viram ali uma oportunidade, conseguindo o patrocínio necessário. Além da iluminação em verde, um grande encontro aconteceu aos pés da estátua.
Todos os contatos e e-mails para a realização da ação foram feitos em nome da Acelbra-RJ, recorda, apontando a relevância dessas instituições no acolhimento e orientação aos celíacos e suas famílias. “Há hoje muitos movimentos independentes nessa seara e todos são bem-vindos para ajudar a causa”, defende Suzane.
Maio Verde
Renata Macena, idealizadora do movimento Maio Verde em terras brasileiras, recorda que a data era marcada por esforços isolados, sem um elo que os conectasse. “Ações independentes aconteciam em diferentes lugares, sem um nome que designasse o movimento”, pondera.
Em 2018 ela conversou com integrantes de algumas associações e da federação, propondo a criação do mês de conscientização. Isso daria força e visibilidade às ações, para que todos se unissem e falassem a mesma língua, era a sugestão. Ela foi a idealizadora e segue como coordenadora, embora reconheça que outras iniciativas aconteçam de maneira isolada. Além do Brasil, Renata contactou a federação dos celíacos de Portugal, que usa também o nome Maio Verde nas suas campanhas.
A chef destaca que o país segue o movimento internacional celiac awareness (consciência celíaca), com as ações no mês de maio e o Dia Internacional do Celíaco celebrado no dia 16. “A Fenacelbra tem um projeto de lei para que o Brasil tenha o dia nacional do celíaco aconteça em 20 de maio, que está parado no Congresso Nacional”, explica Renata.
O movimento Maio Verde também se mobilizou em prol da causa para trazer espaços iluminados na capital paulista, sendo eles: a Ponte Estaiada (Otávio Frias de Oliveira); Pateo do Collegio; Biblioteca Mario de Andrade; Edifício Matarazzo e Viaduto do Chá.
Adesão no Canadá e Estados Unidos
Uma das mais importantes organizações em defesa dos celíacos nos Estados Unidos e Canadá, a Beyond Celiac, criada em 2003, dedica-se especialmente ao impulsionamento nos diagnósticos, avanços nas pesquisas e descoberta de novos tratamentos. O site da entidade destaca sua defesa é “um mundo em que as pessoas com doença celíaca possam ter vidas saudáveis, livres do estigma social e do medo da exposição ao glúten. Um mundo além da doença celíaca”.
Com o tema ‘Brilhe uma luz 2023’, a entidade norte-americana comunica sua adesão à ação global, listando os locais que serão iluminados em verde no seu site oficial.
No Canadá, serão 23 pontos iluminados em 17 cidades, dentre algumas das mais importantes no país, como Montreal, Toronto e Ottawa. Nos Estados Unidos serão 12 pontos em dez cidades; entre elas, Boston, Minneapolis, Houston, Orlando, Philadelphia e as cataratas do Niagara.
Sobre a doença celíaca
A doença celíaca afeta pelo menos 1% da população ao redor do mundo, o que representa mais de 2 milhões de brasileiros. Porém, há subnotificação no Brasil. Trata-se de uma condição autoimune e multissistêmica, que ocasiona reações adversa ao glúten – proteína presente em alimentos como trigo, centeio e cevada. A DC pode causar danos ao intestino delgado e comprometer a absorção de nutrientes necessários para a saúde do corpo, podendo gerar várias doenças decorrentes.
De acordo com informações da Fenacelbra (Federação das Associações de Celíacos do Brasil), uma revisão nos estudos sobre a DC, publicada em 2018, aponta que esse é um problema de saúde global e registra que a sua prevalência tem aumentado ao longo do tempo. Há necessidade de estudos de prevalência de base populacional em muitos países para estimar corretamente a presença global da DC. A grande questão é que a maioria das pessoas com condição celíaca ainda não tem diagnóstico, caso brasileiro.
(Foto: Consoline Filmes | Divulgação das ação realizada pelo Movimento Celíacos do Brasil na FIESP, em São Paulo)
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https://pratolivre.com.br/gluten-free/gf2022-confira-as-principais-novidades-apresentadas-por-expositores-na-1a-free-from-functional-food-expo-south-america/#commentsSun, 24 Jul 2022 23:45:35 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2647O Prato Livre selecionou algumas das principais novidades apresentadas pelos expositores na primeira Free From Functional Food Expo South America. Confira.
A 11ª edição do Gluten Free Brasil, um dos maiores congressos de nutrição clínica do país, foi realizada nos últimos dias 22 e 23, na capital paulista. Dedicado principalmente a palestras e debates sobre a vida sem glúten, o evento é destinado a profissionais da área da saúde e lojistas do setor. Junto ao evento, acontece primeiraFree From Functional Food Expo South America.
Fruto da parceria com a maior feira do setor na Europa de mesmo nome, a Free From já acontece anualmente em Barcelona, Bangkok, Dubai e Amsterdã e ganha, em 2022, sua primeira versão Sul-Americana no Brasil. A exposição brasileira reuniu 90 marcas e recebeu mais de três mil visitantes durante os dois dias de evento.
O Prato Livre selecionou algumas das principais novidades apresentadas pelos expositores.
Confira abaixo:
Autoteste para doença celíaca
Uma das grandes novidades apresentadas durante a Free From Functional Food Expo South America na 11ª edição do Gluten Free Brasil foi o autoteste Glúten. Esse exame que testa o anticorpo anti gliadina deaminada pode ser realizado em casa, em apenas dez minutos. Ele visa realizar uma triagem inicial, por exemplo, em familiares de celíacos já diagnosticados e em pessoas que ainda buscam um possível diagnóstico da doença celíaca. Também pode ser utilizado como controle da doença. O autoteste francês acaba de chegar ao Brasil por meio da empresa Celer.
Bisnaguinha sem glúten
A Grani Amici anunciou, durante o evento, a data de lançamento da sua nova aposta: a bisnaguinha sem glúten estará disponível para venda a partir de agosto. Será mais uma opção no portfólio da marca, que já conta com inúmeros produtos aptos para celíacos, como bolos, torradas e pães.
Novos tipos de salgadinhos
A OffGluten passa a ter quatro novas opções de salgados: empada de palmito com requeijão vegano (vegetariano), empada de carne seca, coxinha de carne seca e coxinha de frango, todas também com requeijão vegano. Nenhum produto da marca contém glúten, leite ou soja. Estarão disponíveis para venda a partir do final de agosto.
Wrap em três sabores
A Jasmine levou para a Gluten Free Brasil seu novo wrap. São três opções de massas: tradicional, linhaça e espinafre com chia. A previsão para que o produto esteja nas principais prateleiras dos mercados brasileiros é setembro, mas o wrap já pode ser adquirido no site da marca.
Disco de pizza pré-assado
A Pizza for Fun apresentou seu novo disco de pizza sem glúten pré-assado, que será lançado nas próximas semanas e chega às unidades da marca em três opções de massa: farinha de arroz, grão de bico e low carb. O produto está na última fase de lançamento. A ideia é disponibilizá-lo também nos principais mercado do país, ainda no segundo semestre deste ano.
Bolo tamanho família
Os já conhecidos muffins com castanha e amêndoas nos sabores cacau com castanha-de-caju e amêndoas da Wickbold ganharam agora versões “tamanho família”, em uma embalagem de 300g. Ambos são também sem lactose. Já os pães, ganharam uma nova embalagem “abre e fecha” fácil, que os diferenciam dos demais produtos da marca. Ambas as novidades foram apresentadas no estande da marca durante o evento.
]]>https://pratolivre.com.br/gluten-free/gf2022-confira-as-principais-novidades-apresentadas-por-expositores-na-1a-free-from-functional-food-expo-south-america/feed/1#GF2022: André NutriChef destaca araruta como novo conceito da gastronomia funcional
https://pratolivre.com.br/gluten-free/gf2022-andre-nutrichef-destaca-araruta-como-novo-conceito-da-gastronomia-funcional/
https://pratolivre.com.br/gluten-free/gf2022-andre-nutrichef-destaca-araruta-como-novo-conceito-da-gastronomia-funcional/#respondSat, 23 Jul 2022 20:21:21 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2642Em sua palestra sobre biodisponibilidade e sabor realizada ontem (22) durante o 5º Congresso Brasileiro de Gastronomia Funcional, André NutriChef - como é conhecido o chef e nutricionista funcional nas redes sociais - trouxe ao palco as principais dificuldades ainda encontradas por celíacos durante a alimentação. Pensando neste público, o profissional destacou a araruta como uma nova aposta de ingrediente da gastronomia funcional.
Em sua palestra sobre biodisponibilidade e sabor realizada ontem (22) durante o 5º Congresso Brasileiro de Gastronomia Funcional,André NutriChef – como é conhecido o chef e nutricionista funcional nas redes sociais – trouxe ao palco as principais dificuldades ainda encontradas por celíacos durante a alimentação. Pensando neste público, o profissional destacou a araruta como uma nova aposta de ingrediente da gastronomia funcional.
A araruta é um tubérculo originário da América do Sul, que possui alta digestibilidade e baixo índice glicêmico. Vindo da mesma família que o gengibre e o açafrão da terra, possui poderosos antioxidantes e anti-inflamatórios.
O chef conta que viajou até a pequena cidade de Trairi, no litoral do Ceará, para conhecer e estudar mais sobre o ingrediente. “Diferente do amido de milho e da fécula de mandioca, ela forma um gel macio e denso que não se desmancha, se tornando excelente para o preparo de pudins, manjares, recheios frios de tortas e até substituindo gelatinas”, explica o profissional.
De acordo com a explicação de André NutriChef, seu rizoma possui propriedade antidiarreica, especialmente para a síndrome do intestino irritável, melhorando constipação e dor abdominal.
No palco, o chef fez uma receita de brevidade de banana e canela usando a farinha da araruta, que faz com que a receita não precise de fermento. “Cozinhar sem glúten não é difícil: o importante é testar”, disse.
Dificuldades para os celíacos
Para o chef e nutricionista, é possível tornar a comida inclusiva não excluindo a pessoa com doença celíaca da mesa. Ele também reforçou a importância dos rótulos verdadeiros e de informações corretas para o público com restrições alimentares. “Muitas pessoas passaram a produzir alimentos em casa e simplesmente informam que a comida é segura para o celíaco quando, muitas vezes não é, de fato. Precisamos ter esse cuidado, essa atenção”, disse.
André NutriChef também pontuou a importância de instruir corretamente os funcionários dos restaurantes, sempre avisando que há possibilidade de contaminação cruzada. “Infelizmente, ainda há poucas opções seguras para o celíaco”, lamentou.
Sobre o 5º Congresso Brasileiro de Gastronomia Funcional:
A 5ª edição do Congresso Brasileiro de Gastronomia Funcional apresenta um novo conceito de gastronomia funcional, de forma teórica e prática. O espaço dedicado às palestras durante o 11º Gluten Free Brasil foi dividido em duas salas de congresso, com programações científicas distintas para nutrição e culinária.
Hoje (23), o evento trouxe grandes nomes como convidados. Rodrigo Hilbert, ator, cozinheiro e apresentador dos programas Tempero de Família e Bem Juntinho; a nutricionista Lulia Dib, e o chef Renato Caleffi, estiveram juntos em um talk show que abordou biodisponibilidade, sustentabilidade e afetividade.
]]>https://pratolivre.com.br/gluten-free/gf2022-andre-nutrichef-destaca-araruta-como-novo-conceito-da-gastronomia-funcional/feed/0Gluten Free Brasil apresenta primeira edição da Free From Functional Food Expo Sul-Americana
https://pratolivre.com.br/gluten-free/11o-gluten-free-brasil-apresenta-primeira-edicao-da-free-from-functional-food-expo-sul-americana/
https://pratolivre.com.br/gluten-free/11o-gluten-free-brasil-apresenta-primeira-edicao-da-free-from-functional-food-expo-sul-americana/#respondSat, 23 Jul 2022 00:24:44 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2635Teve início hoje (22), no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, a 11ª edição do Gluten Free Brasil, um dos maiores congressos de nutrição clínica do país. Dedicado principalmente a palestras e debates sobre a vida sem glúten, o evento destinado a profissionais da área da saúde e lojistas do setor será realizado até este sábado (23). Junto ao congresso, acontecem paralelamente uma feira de exposições, a Free From Functional Food Expo, além do 5º Congresso Brasileiro de Gastronomia Funcional, espaço para conferências sobre gastronomia.
Teve início hoje (22), no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, a 11ª edição do Gluten Free Brasil, um dos maiores congressos de nutrição clínica do país. Dedicado principalmente a palestras e debates sobre a vida sem glúten, o evento destinado a profissionais da área da saúde e lojistas do setor será realizado até este sábado (23). Junto ao congresso, acontecem paralelamente uma feira de exposições, a Free From Functional Food Expo, além do 5º Congresso Brasileiro de Gastronomia Funcional, espaço para conferências sobre gastronomia.
Depois de dois anos de espera devido à pandemia de covid-19, o evento retorna à atividade trazendo a primeira edição da Free From Functional Food Expo na versão South America, fruto da parceria com a maior feira do setor na Europa de mesmo nome. A Free From já acontece anualmente em Barcelona, Bangkok, Dubai e Amsterdã.
A exposição brasileira, que reúne 90 marcas, espera receber mais de três mil visitantes durante os dois dias de evento. O intuito é proporcionar um momento de relacionamento dos visitantes com os expositores.
Gluten Free Brasil e Congresso Brasileiro de Gastronomia Funcional
Dividido em duas salas de congresso com programações científicas distintas, o Gluten Free Brasil traz abordagens dedicadas tanto à nutrição e medicina, quanto à gastronomia. A sala #GF, voltada para nutrição clínica avançada, recebe palestrantes do Brasil todo; já o Congresso Brasileiro de Gastronomia Funcional, que está no seu 5° ano, apresenta um novo conceito de gastronomia funcional, de forma teórica e prática.
Em 2022 o evento terá grandes convidados, como Rodrigo Hilbert, ator, cozinheiro e apresentador dos programas Tempero de Família e Bem Juntinho e a nutricionista Gabriela Kapim, apresentadora na GNT dos programas Socorro! Meus Pais Comem Mal e Socorro!, especializada em alimentação infantil.
Café é o homenageado do ano
A cada edição, o evento escolhe um alimento para homenagear, com a proposta de divulgar as suas riquezas nutricionais, além do sabor e sua importância sociocultural.
Em 2022, os benefícios para a saúde, a diversidade de sabores e a intensa relação com o cotidiano dos brasileiros fizeram do café o escolhido para a homenagem. Durante o evento, nove produtores selecionados de cafés orgânicos, biodinâmicos, especiais e de agrofloresta estarão com os produtos em exposição. Além de degustar, os congressistas terão a oportunidade de conhecer as histórias das marcas presentes.
]]>https://pratolivre.com.br/gluten-free/11o-gluten-free-brasil-apresenta-primeira-edicao-da-free-from-functional-food-expo-sul-americana/feed/0Aos 36 anos, ela busca um diagnóstico no sistema público de saúde: Conheça a história da jornalista Vanessa Virães
https://pratolivre.com.br/blog/aos-36-anos-ela-busca-um-diagnostico-no-sistema-publico-de-saude-conheca-a-historia-da-jornalista-vanessa-viraes/
https://pratolivre.com.br/blog/aos-36-anos-ela-busca-um-diagnostico-no-sistema-publico-de-saude-conheca-a-historia-da-jornalista-vanessa-viraes/#respondMon, 30 May 2022 23:27:16 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2621Você já parou para pensar em como é conviver diariamente com inúmeros sintomas clínicos jamais explicados pelos médicos? Essa é uma frequente realidade no Brasil, não só entre pessoas que buscam um diagnóstico adequado para doença celíaca, mas também em relação a outras restrições alimentares. Conheça a história da jornalista Vanessa Virães, de 36 anos.
Você já parou para pensar em como é conviver diariamente com inúmeros sintomas clínicos jamais explicados pelos médicos? Essa é uma frequente realidade no Brasil, não só entre pessoas que buscam um diagnóstico adequado para doença celíaca, mas também em relação a outras restrições alimentares.
A doença celíaca é uma condição autoimune e genética desencadeada pela ingestão de glúten, uma proteína presente em grãos como trigo, centeio, cevada e aveia, que causa um processo inflamatório afetando principalmente o intestino delgado. Ataca as células de defesa do organismo e resulta na atrofia das vilosidades no órgão o que, consequentemente, diminui a capacidade de absorção dos nutrientes.
Estima-se uma prevalência mundial de 1%, ou seja: uma em cada 100 pessoas pode ser celíaca. A Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), pontua que embora o país não conte com dados oficiais, são mais de 2 milhões de brasileiros celíacos. Além disto, muitos ainda estão sem o diagnóstico oficial.
A doença celíacanão é categorizada como rara, porém, muitos profissionais da área da saúde ainda a tratam desta forma, tanto no setor privado, quanto na esfera pública.
Há aproximadamente três anos, a realidade da jornalista e representante comercial Vanessa Virães, de 36 anos, é a busca por um diagnóstico adequado. Apesar de encontrar semelhanças com os sintomas que já pesquisou sobre a doença celíaca, ela continua sem respostas.
Percebendo que o glúten é um dos seus principais gatilhos, sem esperanças de conseguir um diagnóstico e frustrada com os médicos com os quais se consultou, Vanessa decidiu arriscar por conta própria e retirar a proteína da sua alimentação, com a consciência de que, sem os exames necessários, talvez continuaria sem respostas, até quando, não se sabe.
Mesmo que a recomendação médica seja não retirar o glúten antes do diagnóstico, como julgar alguém que está há anos buscando respostas sem conseguí-las?
“Ainda não tive um diagnóstico médico comprovado. Sou hospitalizada duas vezes por ano com dores fortíssimas abdominais, enjoos, estufamento, gases, inflamação intestinal, entre outros. Preciso sempre entrar no soro para conseguir sanar as dores e o desconforto. Na minha última consulta, foi receitado um antidepressivo, pois entenderam que poderia ser psicossomático, por estresse, ansiedade e depressão. Não tomei o remédio, é claro”, conta Vanessa.
A jornalista não tem convênio médico e depende de atendimento pelo sistema público de saúde que, no Brasil, oferece atendimento acessível a todos. Embora exista um protocolo clínico e diretrizes terapêuticas da doença celíaca, os médicos que, até então, trataram Vanessa, não estão familiarizados com os exames necessários para diagnosticar a doença.
“O atendimento é básico, rápido e sem muito acesso a exames mais específicos. O sistema é ótimo na proposta, mas falho no atendimento e base estrutural de exames, abordagem e análise de casos (de forma humana e individual). É tudo muito rápido e com diagnósticos parecidos, para todas as pessoas. Me senti louca por ter esse diagnóstico de somatização por stress e depressão, e não por uma condição de saúde física. Mas continuo buscando informação, para conseguir ter uma rotina e vida mais normal e prazerosa possível”, explica Vanessa Virães.
De acordo com a Fenacelbra, é necessário ingerir glúten diariamente por dois meses, ao menos para obter um diagnóstico adequado; nos casos em que a pessoa já faz a dieta, é preciso retornar a ingerir sob supervisão médica: isso não foi solicitado à paciente. Entre os exames listados pelo próprio protocolo do sistema público de saúde, apenas um foi solicitado à Vanessa. O respectivo documento explica, ainda, que biópsia do intestino delgado é imprescindível para o diagnóstico definitivo, como explica o trecho abaixo:
“[…] Deve-se enfatizar que, até o momento, os marcadores sorológicos para DC não substituem o exame histopatológico do intestino delgado, que continua sendo o padrão-ouro para o diagnóstico de DC. No entanto, a biópsia intestinal deve ser solicitada mesmo com sorologia negativa nos casos de deficiência de IgA e nos casos com alta suspeição clínica, como nos parentes de primeiro grau de doentes celíacos com sinais ou sintomas compatíveis.”
A biópsia do intestino delgado, entretanto, não foi solicitada à jornalista: foi retirada uma amostra do estômago, região que não corresponde à indicada pelo protocolo para realização do diagnóstico. “Tenho encaminhamento para o gastroenterologista em junho. Vou munida de informações, para tentar realizar os exames corretamente desta vez”, conta.
Além de reagir a alimentos com glúten, Vanessa também percebeu sintomas que acredita estarem relacionados a outras restrições alimentares. Sem apoio e orientação médica, mantém atualmente uma alimentação vegana, restrita e sem glúten por conta própria, a fim de sentir um ‘alívio’ no cotidiano.
Mesmo que seu diagnóstico venha a ser outro, Vanessa defende que a doença celíaca precisa de mais visibilidade não só no sistema público, mas também no que diz respeito às políticas públicas.
“Vivemos dentro de uma caixinha e entende-se ainda, que dieta sem glúten e/ou vegannão são saúde básica, e sim modismo para atender o mercado. Precisamos abordar mais a questão da doença celíaca, levando como uma política de saúde pública e necessária para que todas as pessoas consigam entender os sinais que seu corpo dá. Só quem tem respaldo e entendimento são os beneficiados financeira e socialmente”, finaliza.
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Novos estudos sobre possíveis medicamentos para controle da doença celíaca têm levado esperança à comunidade mundial, como a medicação TAK-101, pesquisa com previsão de encerramento em 2024, e o ZED1227, que visa controlar o impacto da contaminação cruzada por glúten no organismo dos celíacos. As drogas seriam coadjuvantes para o único tratamento existente até então, que é a isenção total do glúten – uma proteína presente em alimentos como trigo, aveia, centeio e cevada -, nocivo a quem possui a doença.
Ainda em fase inicial, as pesquisas estão em desenvolvimento fora do Brasil. Contudo, é possível acompanhar a evolução por meio de publicações oficiais.
O portal Prato Livre entrevistou dois especialistas brasileiros que falaram sobre os avanços para o tratamento da doença celíaca que, como se sabe, é autoimune: a Dra. Danielle Kiatkoski, gastroenterologista e consultora técnica da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), que atende em Curitiba; e o Dr. Fernando Valério, cirurgião do aparelho digestivo na capital paulista.
Sobre a evolução das pesquisas e se estas podem ser alternativas promissoras, de acordo com os especialistas, ainda é incipiente: mesmo diante dos avanços, o percurso tem sido um grande desafio.
Dra. Danielle ressaltou que, por ser multissistêmica, as consequências da doença celíaca são inúmeras, mas poderiam ser freadas por meio do tratamento medicamentoso coadjuvante à dieta. “25 pesquisas estão em andamento no momento. Sabemos que esses estudos são demorados, mas é um alento que finalmente tenhamos esse olhar da indústria farmacêutica para os celíacos”, explicou a entrevistada.
Levantamentos mostram um desejo da comunidade por esta opção de tratamento. Conforme ressalta o Dr. Valério, entre os benefícios do uso estão: melhorias na segurança alimentar, melhor qualidade de vida e de fatores emocionais, maiores índices de cicatrização intestinal e, por fim, o controle de sintomas.
“Mas, para que se desenvolva uma medicação, é preciso que exista o entendimento do mecanismo da doença, e este é um ponto que a ciência tem focado muito. Entendendo como a doença funciona nos seus principais aspectos, estudos clínicos sobre medicamentos se tornaram possíveis e factíveis. Seguindo este pensamento, atingimos pela primeira vez na história da doença celíaca uma medicação em fase final de estudo (fase três), que é a preliminar antes da comercialização: o Larazotide. Ele visa agir no controle da permeabilidade da mucosa intestinal”, elucida o médico.
Além de tentar impedir que a parte tóxica e imunogênica do glúten, a gliadina, atinja as áreas mais profundas da mucosa intestinal, como salientou o Dr. Valério, ele reduz a atividade inflamatória e consegue minimizar a sintomatologia como dor, diarreia e distensão. “Talvez seja a droga mais interessante para celíacos refratários, ou seja: aqueles que persistem sintomáticos, mesmo tomando todos os cuidados”, complementa a Dra. Danielle.
O Larazotide poderá diminuir as complicações e os sintomas gerados pela ingestão inadvertida de glúten: a temida contaminação cruzada.
Em junho de 2022 (um mês após a publicação desta reportagem) a 9 Meters Biopharma, empresa responsável pelo ensaio clínico do Larazotide, anunciou que o estudo foi descontinuado.
TAK062: Uma pesquisa em fase inicial
Outra droga em estudo é o TAK062que, segundo a gastroenterologista Danielle Kiatkoski, é uma medicação que age degradando os fragmentos imunorreativos do glúten ainda no estômago. “Dessa forma não desencadearia reação imune no duodeno. Esse estudo ainda é inicial e não existem muitos resultados; precisamos aguardar os avanços para uma melhor compreensão de sua ação”, diz.
E como uma representação destas conquistas, outros que seguem a mesma trilha e estão em fases avançadas de estudo clínico são o TAK-101 e o ZED1227.
TAK-101 e a possível “convivência amigável” com o glúten
Com relação ao TAK-101 e sua ação sobre o desencadeamento da reação imunológica dos celíacos, a Dra. Danielle e o Dr. Valério explicam que é um medicamento administrado via endovenosa. Uma porção mínima de glúten é infundida na circulação, fazendo com que o sistema imunológico se “acostume” com a presença do glúten.
Portanto, o objetivo desse medicamento é uma “reprogramação imunológica” “como um gerador de tolerância, que trata a causa. “Esse medicamento consegue ocultar o glúten. A gliadina é encapsulada como um ‘Cavalo de Troia’”, acentua a Dra. Danielle que, animada, ressalta: estima-se que o estudo esteja concluído até maio de 2024. Porém, é esperada a publicação da fase dois no primeiro semestre de 2022.
Os especialistas referem-se também a uma possível “convivência amigável” com o glúten, de modo que não se ativem respostas inflamatórias autoimunes.
Quanto à posologia, ainda não se sabe qual a periodicidade da aplicação, se a medicação agirá apenas para controlar os efeitos da contaminação cruzada, ou se trará mais liberdade para a ingestão de glúten.
Até o momento, de acordo com a Dr. Valério, o TAK-101 está na segunda fase dos estudos, e mostrou resposta inflamatória seis vezes menor, além da diminuição de lesões nas vilosidades intestinais após a ingestão de glúten (6 a 12 gramas de glúten, o que equivale de duas a cinco fatias de pão por dia).
ZED1227 e o impacto da contaminação cruzada por glúten no organismo dos celíacos
O ZED1227, por sua vez, visa impedir que pequenas partículas do glúten, os peptídeos, sejam modificados e ativem as chamadas ‘células T inflamatórias’, o que evita o dano mucoso. Este é um medicamento cujo objetivo é controlar os efeitos da contaminação cruzada, mas não para a ingestão livre de glúten.
“Em 2021, celebrou-se a aprovação deste medicamento na segunda fase de estudo clínico. Esta aprovação autorizou novas avaliações em um número maior de pacientes e assim a maior possibilidade de uso pelos celíacos no futuro”, frisou o Dr. Fernando Valério.
Mas como estes medicamentos serão comercializados ou fornecidos?
Todos os medicamentos para o tratamento da doença celíaca ainda estão em fase de estudo e, portanto, a licença de uso e comercialização das agências reguladoras ainda é uma realidade distante.
“Só saberemos o custo do medicamento quando os estudos forem concluídos, quando for aprovado pelas entidades sanitárias de cada país. No caso do Brasil, passará pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e pela aprovação de preço pelo governo a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cemed)”, explica a Dra. Danielle.
Precificar não é um processo tão simples. Após a indústria farmacêutica pedir o registro na Anvisa, que também poderá solicitar mais dados e pesquisas para a aprovação, e a Cemed verifica valores em sete países para balizar o preço no Brasil, outra medida necessária é a incorporação no Ministério da Saúde. É preciso, ainda, haver demanda.
O próximo passo é submeter à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e consulta pública. Depois disso é que, finalmente, se pode saber se o medicamento entrará no rol da ANS, se será incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e no mercado privado e, inclusive, se será coberto pelas operadoras de saúde.
No caso do SUS e dos convênios, será necessário que a empresa demonstre a importância desse medicamento, apresente seus bons resultados e, por fim, comprove que, de fato, ocorre a melhora clínica e traz segurança aos pacientes. Assim, por meio de medidas administrativas e legais, pode-se pleitear que o medicamento seja fornecido pelo nosso Governo e via planos de saúde.
Celíacos brasileiros devem participar de bancos de dados
Os entrevistados não têm participação pessoal e direta nos estudos em curso, uma vez que estão sendo desenvolvidos no exterior.
De acordo com o Dr Fernando Valério, a melhor maneira de ajudar no momento é incentivar que os celíacos brasileiros participem de bancos de dados internacionais. “Esta participação mostrará a força da comunidade brasileira e a nossa organização, e chamará a atenção de que o Brasil é um ótimo mercado para o investimento de laboratórios multinacionais”, pontua.
O Brasil é um país que acompanha essa inovação em relação à pesquisa
Para o cirurgião do aparelho digestivo, o Brasil se mostra com vantagens e algumas desvantagens em relação às pesquisas sobre a doença celíaca.
“Por um lado, temos uma comunidade celíaca generosa, que gosta de contar a sua história, e que quer participar de pesquisas clínicas. Além disso, somos um país continental, com uma população grande de celíacos, e uma boa amostragem sempre é importante para estudos clínicos. Por outro lado, não temos incentivo para a pesquisa sobre a doença, e neste sentido”, reforça o especialista. O Dr. Valério não identifica interesse robusto das associações médicas sobre o tema, ou a preocupação acadêmica em formar médicos especializados no atendimento de celíacos.
Além disso, muitos médicos que labutam no atendimento e cuidado aos celíacos no Brasil, grupo em que o Dr. se inclui, nem sempre estão inseridos em ambientes universitários ou centros de estudos, o que dificulta a geração de pesquisas em maior número.
]]>https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/medicamentos-para-doenca-celiaca-conheca-os-estudos-em-andamento-no-mundo/feed/0Entrevistamos Valetina Santuches, a pequena autora do livro “Como ser uma criança celíaca feliz”; confira
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https://pratolivre.com.br/cultura/livros/entrevistamos-valetina-santuches-a-pequena-autora-do-livro-como-ser-uma-crianca-celiaca-feliz-confira/#respondMon, 22 Nov 2021 20:03:55 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2385O post Entrevistamos Valetina Santuches, a pequena autora do livro “Como ser uma criança celíaca feliz”; confira apareceu primeiro em Prato Livre.
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Colorido, cheio de vida e de ilustrações: assim é o livro ‘Como ser uma criança celíaca feliz’, escrito pela catarinense Valentina Santuches, de 10 anos, que, na época do lançamento, tinha apenas nove. A obra infantil pretende inspirar outras crianças, defendendo que, mesmo com a condição celíaca – doença autoimune relacionada à ingestão de glúten -, é possível alcançar a felicidade.
“Ela quis mostrar que todas as pessoas celíacas podem ter uma vida normal, saudável e feliz, mesmo com a doença. A ideia veio dela, aos oito anos, quando assistiu um programa de televisão em que um menino também tinha uma doença e escreveu sobre o assunto. Valentina me disse: ’eu posso escrever também’. Em seguida, sentou-se, com um caderno simples e lápis e, então, começou a esboçar e ilustrar”, conta Lia Francine, a mãe de Valentina, que apoiou a filha desde o início do processo.
Além de contar a história da pequena, o livro traz rimas, duas páginas escritas pela gastropediatra Anelise Camargo, de Capinzal (SC) e, ainda, uma receita de bolo sem glúten no final.
O resultado chamou a atenção não só de celíacos, mas também da comunidade médica: Valentina foi convidada para conduzir uma palestra, com oito anos, aos alunos de Medicina da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), em Joaçaba (SC).
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]]>No Brasil, segundo dados da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), estima-se que 2 milhões de pessoas possam ter doença celíaca, condição de saúde causada pela reação imunológica à ingestão do glúten, uma proteína presente em cereais como o trigo, a aveia, o centeio, a cevada e o malte. Até o momento, não existem medicamentos ou a cura. A única forma de tratamento da doença é a dieta adequada que consiste na eliminação total do glúten da alimentação e na mudança de hábitos.
Descobrir-se celíaco não é tão simples quanto parece: quem foi diagnosticado precisa aprender a tomar cuidados específicos, por exemplo, com a contaminação cruzada por glúten ao se alimentar fora de casa, ou mesmo com os utensílios domésticos que já tiveram contato com o glúten.
Graças aos esforços da Fenacelbra e das associações de celíacos regionais espalhadas pelo Brasil (Acelbras) – entidades sem fins lucrativos criadas para conscientizar a sociedade em geral sobre a doença celíaca e seu tratamento -, a disseminação da informação está cada vez mais acessível. As instituições visam, principalmente, apoiar e acolherpessoas diagnosticadas e suas famílias, além de orientar profissionais da saúde, pesquisadores e órgãos públicos, reforçando, desde o início, a necessidade das medidas para a inclusão alimentar e a defesa de direitos.
Novo site da Fenacelbra Imagem: Reprodução | www.fenacelbra.com.br
‘’O acolhimento ao novo diagnosticado é muito importante. Aprender sobre a dieta e a vida sem glúten é complexo e demorado para ser explicado em uma única consulta com o médico especialista. As Acelbras tomam para si esse papel de orientação. Também é contínua a busca por direitos para pessoas com desordens relacionadas ao glúten e a divulgação da doença celíaca e seu tratamento para a população em geral e para profissionais de saúde’’, aponta Ester Benatti, secretária da Fenacelbra.
A história
As Acelbras são associações que nasceram aos poucos, a partir dos grupos de pais de crianças celíacas que se organizaram para buscar representatividade junto ao poder público. Na época, não existiam produtos de panificação e confeitaria específicos nos mercados, por isso se iniciaram também reuniões para a troca de receitas, estudos e a divulgação de profissionais da saúde.
A Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil foi criada em 2006 pelas Acelbras, com o objetivo de integrar, coordenar e representar as necessidades do público celíaco brasileiro em âmbito nacional e internacional. Essa instituição estabelece a missão institucional concentrada no Estatuto, que serve como referência para as Acelbras, adaptando algumas atividades de acordo com as características econômicas e sociais de cada região.
Segundo Ester Benatti, sua importância está centrada na representatividade. “Reforçamos arepresentação da comunidade celíaca no Controle Social Federal, participando do Conselho Nacional de Saúde, no extintoConselho Nacional de Segurança Alimentar e perante o Congresso Nacional’’, conta a secretária da entidade.
Hoje, a Fenacelbra reúne 12 Acelbras. A primeira teve origem no Rio Grande do Sul (RS) em 1991, e espalhou-se por meio de alguns grupos de apoio no país. Antes da pandemia da Covid-19, os encontros aconteciam periodicamente, de acordo com o calendário de atividades.
As entidades não possuem uma sede fixa: os espaços podem ser cedidos por apoiadores, ou as reuniões podem acontecer ao ar livre. Além disto, os contatos com as organizações são abertos ao público e podem ser realizados remotamente, por meio de telefone, e-mail e WhatsApp.
Acelbra na prática
A Acelbra de cada região é responsável pela realização do cadastro de celíacos após o diagnóstico, realizando, em todos os casos, um acolhimento especial para garantir que a pessoa e seus familiares tirem todas as dúvidas.
Materiais em pdf com dicas de alimentação, quais hábitos desenvolver para garantir a segurança alimentar, como ler os rótulos corretamente, além de explicações sobre o preparo das refeições em casa, são produzidos pelas Acelbras. Eles estão disponíveis para download gratuito no site, que pode ser realizado por qualquer pessoa interessada.
Outra experiência proporcionada é integração com outros celíacos que compartilham experiências e oferecem apoio para quem está começando a viver sem o glúten. Assim, os encontros são oportunidades para discutir melhorias em busca de maior inclusão, fazer novas amizades e, até mesmo, compartilhar receitas.
Direitos dos celíacos
A defesa dos direitos dos celíacos começa na cobrança de políticas públicas para garantir maior segurança alimentar, como a Lei Federal nº 10.674/2003, que obriga as indústrias a acrescentarem no rótulo dos alimentos e bebidas uma declaração clara da presença ou ausência de glúten na composição dos produtos, ou seja: avisar visivelmente se contém ou não contém glúten.
Atualmente, um dos maiores desafios é alcançar um número maior de voluntários e patrocinadores. ‘’Penso que muitos celíacos querem uma situação parecida com a de Buenos Aires, na Argentina, mas não estão dispostos a trabalhar para isso ou não podem dispor de seu tempo físico para se voluntariar numa associação’’, explica a secretária da Fenacelbra.
(Foto principal: Alimento foto criado por master1305 – br.freepik.com)
Como ser um associado da Acelbra na minha região? (Por Kethleen Formigon – @naocontemglutendoc)
Se você acaba de ter o diagnóstico da doença celíaca, a Acelbra pode ajudar muito no processo de adaptação e descoberta desse novo estilo de vida que todos os celíacos precisam seguir. Caso você tenha o diagnóstico há mais tempo, saiba que também é possível fazer parte.
Abaixo, você encontra algumas dicas do projeto Não Contém Glúten para se tornar um associado:
1 – Entre no site da Acelbra mais próxima de você;
2 – Acesse a área destinada para cadastros. Nela, você precisará preencher o formulário com seus dados. Fique tranquilo, pois suas informações são sigilosas e confidenciais;
3 – Depois de preencher o formulário, aguarde o contato.
– Caso você já seja membro e tenha que se mudar para outro Estado, comunique a associação da qual você faz parte e informe seus novos dados;
– Para facilitar, veja uma lista com alguns contatos das Acelbras e Grupos de Celíacos do Brasil. Verifique qual delas está mais próxima de você e faça seu cadastro.
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https://pratolivre.com.br/blog/conheca-a-granilover-box-assinatura-gluten-free-da-grani-amici/
https://pratolivre.com.br/blog/conheca-a-granilover-box-assinatura-gluten-free-da-grani-amici/#respondSat, 25 Sep 2021 20:51:32 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2358O post Conheça a Granilover Box, assinatura gluten free da Grani Amici apareceu primeiro em Prato Livre.
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Você já ouviu falar na Granilover Box? A caixa que você vê na foto exemplifica como chegará, mensalmente, o produto de assinatura da Grani Amici na sua casa. Por um valor fixo, o assinante passa a receber um pacote com seis opções – todas livres de glúten, lactose e leite -, além de um mimo especial da marca.
Box personalizada
Recentemente, a fabricante passou a oferecer a personalização de itens, ou seja: o assinante pode escolher os seus prediletos na montagem da caixa. Para isso, basta enviar uma mensagem por e-mail ou WhatsApp para a Grani Amici, informando quais produtos e sabores deseja receber (dentro da quantidade permitida).
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https://pratolivre.com.br/cultura/educacao/workshop-gratuito-e-online-vida-saudavel-pratica-acontece-amanha-12/
https://pratolivre.com.br/cultura/educacao/workshop-gratuito-e-online-vida-saudavel-pratica-acontece-amanha-12/#respondSat, 11 Sep 2021 23:30:58 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2344Amanhã, 12 de setembro, entre 9h e 11h30, um workshop gratuito voltado para a inclusão alimentar será realizado online. Intitulado ‘Vida Saudável e Prática – Vencendo as Restrições Alimentares’, o evento virtual reúne mulheres especialistas nos cuidados com a saúde de quem convive com intolerância à lactose, doença celíaca, alergias e outras condições. O objetivo […]
]]>Amanhã, 12 de setembro, entre 9h e 11h30, um workshop gratuito voltado para a inclusão alimentar será realizado online. Intitulado ‘Vida Saudável e Prática – Vencendo as Restrições Alimentares’, o evento virtual reúne mulheres especialistas nos cuidados com a saúde de quem convive com intolerância à lactose, doença celíaca, alergias e outras condições.
O objetivo do encontro é conscientizar as pessoas sobre o desafio de conciliar refeições equilibradas e alimentação segura em meio à rotina.
O encontro contará com a presença da nutricionista Helídia Fuscaldo, a médica Adriane Barreto, a proprietária do café ‘Passos Sem Glúten’, Patrícia Passos, a chef Mônica Machado, e a responsável pelo ‘Empório Panela da Ju’, Juliana Hinteriang. Essa série de palestras abordando temas como diagnóstico, empreendedorismo e consumo, será disponibilizada no Youtube. O acesso será permitido após confirmada a inscrição.
Ainda dá tempo:
Para participar, clique aqui, saiba mais e inscreva-se gratuitamente. A programação completa está disponível no link.