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Arquivos Saúde e Nutrição | Prato Livre https://pratolivre.com.br/noticias/saude-e-nutricao/ O seu portal de notícias da inclusão alimentar Sat, 06 May 2023 19:02:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://pratolivre.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-favicon-32x32.png Arquivos Saúde e Nutrição | Prato Livre https://pratolivre.com.br/noticias/saude-e-nutricao/ 32 32 Prato Livre concorre ao Prêmio Einstein de jornalismo para as áreas de saúde, ciência e bem-estar https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/prato-livre-concorre-ao-premio-einstein-de-jornalismo-para-as-areas-de-saude-ciencia-e-bem-estar/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/prato-livre-concorre-ao-premio-einstein-de-jornalismo-para-as-areas-de-saude-ciencia-e-bem-estar/#respond Tue, 30 Aug 2022 21:04:52 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2704 O Prato Livre, primeiro site de notícias do Brasil direcionado exclusivamente para pessoas com restrições alimentares, está no segundo turno do Prêmio Einstein + Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar. O veículo de comunicação entra na disputa pelo primeiro lugar na categoria Site/Blog.

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O Prato Livre, primeiro site de notícias do Brasil direcionado exclusivamente para pessoas com restrições alimentares, está no segundo turno do Prêmio Einstein + Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar. O veículo de comunicação entra na disputa pelo primeiro lugar na categoria Site/Blog.

O concurso, organizado pelo Jornalistas&Cia em parceria com a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Eistein, é decidido por uma votação online. Para eleger os participantes de preferência, é preciso fazer um cadastro no site da competição e escolher as categorias e os profissionais em que deseja votar. A segunda fase da votação prossegue até o dia 1º de setembro.

O primeiro turno do Prêmio foi encerrado em agosto, e teve mais de 180 jornalistas indicados nas categorias nacional, regional e colunistas, além de 156 indicados entre veículos de comunicação. A segunda fase reúne os 72 veículos que se classificaram nas oito categorias do prêmio e 59 jornalistas na categoria nacional.

A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 10 de outubro, no Salão Chella do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (SP).

A jornalista Nathalia Abreu, editora do site Prato Livre, também concorre ao prêmio, na categoria Jornalista (nacional).

Conheça o Prato Livre:

O portal Prato Livre nasceu em 2020, em meio à pandemia, com o propósito de veicular conteúdo jornalístico de qualidade voltado para pessoas com doenças autoimunes, intolerância alimentar, alergias e outras restrições relacionadas à alimentação.

No Prato Livre, você encontra dicas de novos produtos, gastronomia, hotéis, destinos turísticos e educação (livros e cursos) direcionados para este público, além de conferir histórias marcantes, entrevistas exclusivas com grandes personalidades da gastronomia inclusiva e do segmento da saúde.

O foco é trazer informações com leveza e responsabilidade para quem possui doença celíaca, intolerância à lactose, APLV, diabetes ou alergia alimentar, entre outras.

Sobre a jornalista:

Nathalia Abreu é formada em jornalismo e pós-graduada em Jornalismo Cultural pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Com 15 anos de carreira, já trabalhou como editora, repórter, em agências de comunicação e de publicidade, e na comunicação interna de grandes empresas.

Fundou o Portal Prato Livre em 2020, concretizando um sonho antigo. Desde o seu diagnóstico como celíaca, em 2013, percebeu a carência de informações online concretas não só sobre sua condição, mas sobre qualquer restrição alimentar.

Com o objetivo único de trazer conteúdo jornalístico de qualidade e promover a inclusão alimentar, criou o site de notícias, uma iniciativa pioneira que visa reunir pessoas que buscam novidades e esclarecimentos em um só lugar.

Foto: Freepik

A votação do Prêmio Einstein + Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar acontece até o dia 1º de setembro em:
Os +Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar (portaldosjornalistas.com.br)

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Morango, pimentão e caju: Saiba quais são os benefícios do consumo https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/artigos/morango-pimentao-e-caju-saiba-quais-sao-os-beneficios-do-consumo/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/artigos/morango-pimentao-e-caju-saiba-quais-sao-os-beneficios-do-consumo/#respond Sat, 27 Aug 2022 23:42:09 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2699 Para ter produtos sempre frescos em casa, além de pagar mais baratos e garantir que sejam nutricionalmente mais ricos, consumir frutas, legumes e verduras da estação é sempre uma boa ideia. Em agosto, alguns alimentos do grupo dos hortifrútis ricos em vitaminas, minerais e fibras entram em destaque, como o morango, o pimentão, o caju, a couve-flor e a cenoura. 

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Para ter produtos sempre frescos em casa, além de pagar mais baratos e garantir que sejam nutricionalmente mais ricos, consumir frutas, legumes e verduras da estação é sempre uma boa ideia. Em agosto, alguns alimentos do grupo dos hortifrútis ricos em vitaminas, minerais e fibras entram em destaque, como o morango, o pimentão, o caju, a couve-flor e a cenoura.

“Os vegetais quando estão no período de safra, geralmente apresentam valor nutricional mais rico, porque conseguem se desenvolver melhor e aproveitar ainda mais os nutrientes ofertados pelo solo. Isso garante mais qualidade nutricional e exige menor utilização de adubos e fertilizantes para seu cultivo”, explica Marcia Xavier Santos, nutricionista e professora do curso de Nutrição da Faculdade Santa Marcelina.

Confira os principais benefícios dos alimentos listados pela profissional:

Morango:

O morango é uma fruta rica em vitamina C, potássio e compostos antioxidantes, que fornecem diversos benefícios para a saúde, como ajudar a diminuir o colesterol.

Pimentão:

Os benefícios podem depender das condições de maturação do alimento. O pimentão verde é rico em vitamina E, carotenoides e betacaroteno, que ajudam o organismo na prevenção de doenças. É também uma importante fonte de vitaminas do complexo B. Já o pimentão amarelo, apresenta boa concentração de Vitamina C, (porém quando consumido cru). Possui ação expectorante, descongestionante, antibacteriana. Por fim, o vermelho é rico em antioxidantes, que contribuem para a redução de problemas cardiovasculares. Também é rico em vitamina C e vitamina E.

Caju:

Com aroma inconfundível, o caju é rico em fibra e ajuda no bom funcionamento do aparelho digestivo. Utilizado muitas vezes para fazer sucos, ele traz maior saciedade e, mesmo assim, seu teor calórico é baixo. Auxilia também para controlar o mau colesterol (LDL), Fortalece o sistema imunológico, entre outros.

Couve-flor:

A couve-flor, quando consumida moderadamente, pode auxiliar na indigestão, e em problemas de saúde como diabetes e hipertensão. Suas propriedades antioxidantes ajudam a fortalecer o sistema imunológico e a reduzir possíveis riscos de acidentes vasculares.

Cenoura:

A cenoura é uma raíz rica em beta-caroteno, um precursor da vitamina A, que beneficia os olhos e a produção de melanina. Pode ser utilizada crua e cozida em diversas preparações.

(Foto: Pixabay)

 

* As informações são da Faculdade Santa Marcelina, uma instituição mantida pela Associação Santa Marcelina — ASM, fundada em 1º de janeiro de 1915 como entidade filantrópica. 

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Medicamentos para doença celíaca: Conheça os estudos em andamento no mundo https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/medicamentos-para-doenca-celiaca-conheca-os-estudos-em-andamento-no-mundo/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/medicamentos-para-doenca-celiaca-conheca-os-estudos-em-andamento-no-mundo/#respond Mon, 16 May 2022 05:06:00 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2592 Novos estudos sobre possíveis medicamentos para controle da doença celíaca têm levado esperança à comunidade mundial. As drogas seriam coadjuvantes para o único tratamento existente até então, que é a isenção total do glúten - uma proteína presente em alimentos como trigo, aveia, centeio e cevada -, nocivo a quem possui a doença.

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Novos estudos sobre possíveis medicamentos para controle da doença celíaca têm levado esperança à comunidade mundial, como a medicação TAK-101, pesquisa com previsão de encerramento em 2024, e o ZED1227, que visa controlar o impacto da contaminação cruzada por glúten no organismo dos celíacos. As drogas seriam coadjuvantes para o único tratamento existente até então, que é a isenção total do glúten – uma proteína presente em alimentos como trigo, aveia, centeio e cevada -, nocivo a quem possui a doença.

Ainda em fase inicial, as pesquisas estão em desenvolvimento fora do Brasil. Contudo, é possível acompanhar a evolução por meio de publicações oficiais.

O portal Prato Livre entrevistou dois especialistas brasileiros que falaram sobre os avanços para o tratamento da doença celíaca que, como se sabe, é autoimune: a Dra. Danielle Kiatkoski, gastroenterologista e consultora técnica da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), que atende em Curitiba; e o Dr. Fernando Valério, cirurgião do aparelho digestivo na capital paulista.

Sobre a evolução das pesquisas e se estas podem ser alternativas promissoras, de acordo com os especialistas, ainda é incipiente: mesmo diante dos avanços, o percurso tem sido um grande desafio.

Dra. Danielle ressaltou que, por ser multissistêmica, as consequências da doença celíaca são inúmeras, mas poderiam ser freadas por meio do tratamento medicamentoso coadjuvante à dieta. “25 pesquisas estão em andamento no momento. Sabemos que esses estudos são demorados, mas é um alento que finalmente tenhamos esse olhar da indústria farmacêutica para os celíacos”, explicou a entrevistada.

Levantamentos mostram um desejo da comunidade por esta opção de tratamento. Conforme ressalta o Dr. Valério, entre os benefícios do uso estão: melhorias na segurança alimentar, melhor qualidade de vida e de fatores emocionais, maiores índices de cicatrização intestinal e, por fim, o controle de sintomas.

“Mas, para que se desenvolva uma medicação, é preciso que exista o entendimento do mecanismo da doença, e este é um ponto que a ciência tem focado muito. Entendendo como a doença funciona nos seus principais aspectos, estudos clínicos sobre medicamentos se tornaram possíveis e factíveis. Seguindo este pensamento, atingimos pela primeira vez na história da doença celíaca uma medicação em fase final de estudo (fase três), que é a preliminar antes da comercialização: o Larazotide. Ele visa agir no controle da permeabilidade da mucosa intestinal”, elucida o médico.

Além de tentar impedir que a parte tóxica e imunogênica do glúten, a gliadina, atinja as áreas mais profundas da mucosa intestinal, como salientou o Dr. Valério, ele reduz a atividade inflamatória e consegue minimizar a sintomatologia como dor, diarreia e distensão. “Talvez seja a droga mais interessante para celíacos refratários, ou seja: aqueles que persistem sintomáticos, mesmo tomando todos os cuidados”, complementa a Dra. Danielle.

O Larazotide poderá diminuir as complicações e os sintomas gerados pela ingestão inadvertida de glúten: a temida contaminação cruzada.

Em junho de 2022 (um mês após a publicação desta reportagem) a 9 Meters Biopharma, empresa responsável pelo ensaio clínico do Larazotide, anunciou que o estudo foi descontinuado. 

TAK062: Uma pesquisa em fase inicial

 

Outra droga em estudo é o TAK062 que, segundo a gastroenterologista Danielle Kiatkoski, é uma medicação que age degradando os fragmentos imunorreativos do glúten ainda no estômago. “Dessa forma não desencadearia reação imune no duodeno. Esse estudo ainda é inicial e não existem muitos resultados; precisamos aguardar os avanços para uma melhor compreensão de sua ação”, diz.

E como uma representação destas conquistas, outros que seguem a mesma trilha e estão em fases avançadas de estudo clínico são o TAK-101 e o ZED1227.

TAK-101 e a possível “convivência amigável” com o glúten

 

Com relação ao TAK-101 e sua ação sobre o desencadeamento da reação imunológica dos celíacos, a Dra. Danielle e o Dr. Valério explicam que é um medicamento administrado via endovenosa. Uma porção mínima de glúten é infundida na circulação, fazendo com que o sistema imunológico se “acostume” com a presença do glúten.

Portanto, o objetivo desse medicamento é uma “reprogramação imunológica” “como um gerador de tolerância, que trata a causa. “Esse medicamento consegue ocultar o glúten. A gliadina é encapsulada como um ‘Cavalo de Troia’”, acentua a Dra. Danielle que, animada, ressalta: estima-se que o estudo esteja concluído até maio de 2024. Porém, é esperada a publicação da fase dois no primeiro semestre de 2022.

Os especialistas referem-se também a uma possível “convivência amigável” com o glúten, de modo que não se ativem respostas inflamatórias autoimunes.

Quanto à posologia, ainda não se sabe qual a periodicidade da aplicação, se a medicação agirá apenas para controlar os efeitos da contaminação cruzada, ou se trará mais liberdade para a ingestão de glúten.

Até o momento, de acordo com a Dr. Valério, o TAK-101 está na segunda fase dos estudos, e mostrou resposta inflamatória seis vezes menor, além da diminuição de lesões nas vilosidades intestinais após a ingestão de glúten (6 a 12 gramas de glúten, o que equivale de duas a cinco fatias de pão por dia).

ZED1227 e o impacto da contaminação cruzada por glúten no organismo dos celíacos

 

O ZED1227, por sua vez, visa impedir que pequenas partículas do glúten, os peptídeos, sejam modificados e ativem as chamadas ‘células T inflamatórias’, o que evita o dano mucoso. Este é um medicamento cujo objetivo é controlar os efeitos da contaminação cruzada, mas não para a ingestão livre de glúten.

“Em 2021, celebrou-se a aprovação deste medicamento na segunda fase de estudo clínico. Esta aprovação autorizou novas avaliações em um número maior de pacientes e assim a maior possibilidade de uso pelos celíacos no futuro”, frisou o Dr. Fernando Valério.

Mas como estes medicamentos serão comercializados ou fornecidos?

 

Todos os medicamentos para o tratamento da doença celíaca ainda estão em fase de estudo e, portanto, a licença de uso e comercialização das agências reguladoras ainda é uma realidade distante.

“Só saberemos o custo do medicamento quando os estudos forem concluídos, quando for aprovado pelas entidades sanitárias de cada país. No caso do Brasil, passará pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e pela aprovação de preço pelo governo a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cemed)”, explica a Dra. Danielle.

Precificar não é um processo tão simples. Após a indústria farmacêutica pedir o registro na Anvisa, que também poderá solicitar mais dados e pesquisas para a aprovação, e a Cemed verifica valores em sete países para balizar o preço no Brasil, outra medida necessária é a incorporação no Ministério da Saúde. É preciso, ainda, haver demanda.

O próximo passo é submeter à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e consulta pública. Depois disso é que, finalmente, se pode saber se o medicamento entrará no rol da ANS, se será incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e no mercado privado e,  inclusive, se será coberto pelas operadoras de saúde.

No caso do SUS e dos convênios, será necessário que a empresa demonstre a importância desse medicamento, apresente seus bons resultados e, por fim, comprove que, de fato, ocorre a melhora clínica e traz segurança aos pacientes. Assim, por meio de medidas administrativas e legais, pode-se pleitear que o medicamento seja fornecido pelo nosso Governo e via planos de saúde.

Celíacos brasileiros devem participar de bancos de dados

 

Os entrevistados não têm participação pessoal e direta nos estudos em curso, uma vez que estão sendo desenvolvidos no exterior.

De acordo com o Dr Fernando Valério, a melhor maneira de ajudar no momento é incentivar que os celíacos brasileiros participem de bancos de dados internacionais. “Esta participação mostrará a força da comunidade brasileira e a nossa organização, e chamará a atenção de que o Brasil é um ótimo mercado para o investimento de laboratórios multinacionais”, pontua.

O Brasil é um país que acompanha essa inovação em relação à pesquisa

 

Para o cirurgião do aparelho digestivo, o Brasil se mostra com vantagens e algumas desvantagens em relação às pesquisas sobre a doença celíaca.

“Por um lado, temos uma comunidade celíaca generosa, que gosta de contar a sua história, e que quer participar de pesquisas clínicas. Além disso, somos um país continental, com uma população grande de celíacos, e uma boa amostragem sempre é importante para estudos clínicos. Por outro lado, não temos incentivo para a pesquisa sobre a doença, e neste sentido”, reforça o especialista. O Dr. Valério não identifica interesse robusto das associações médicas sobre o tema, ou a preocupação acadêmica em formar médicos especializados no atendimento de celíacos.

Além disso, muitos médicos que labutam no atendimento e cuidado aos celíacos no Brasil, grupo em que o Dr. se inclui, nem sempre estão inseridos em ambientes universitários ou centros de estudos, o que dificulta a geração de pesquisas em maior número.

Esta reportagem é uma parceria entre o portal de notícias Prato Livre e o projeto de comunicação Não Contém Glúten (@naocontemglutendoc).

Reportagem atualizada em 30/08/2022, às 20h15.

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Sua saúde passa pelo intestino: Entenda o que é disbiose https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/sua-saude-passa-pelo-intestino-entenda-o-que-e-disbiose/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/sua-saude-passa-pelo-intestino-entenda-o-que-e-disbiose/#respond Mon, 02 May 2022 20:09:20 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2528 O post Sua saúde passa pelo intestino: Entenda o que é disbiose apareceu primeiro em Prato Livre.

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*Por Natália Villa

 

O intestino é o órgão responsável tanto pela digestão, quanto pela absorção dos nutrientes e da água que ingerimos. O processo envolvendo a absorção das vitaminas e dos minerais ocorre na parte chamada de intestino delgado; o intestino grosso, por sua vez, absorve grande parte da água.

O conjunto de microrganismos presentes no trato gastrointestinal, chamado de microbiota (flora), auxilia em inúmeros processos, incluindo o fortalecimento do sistema imunológico.

É importante lembrar que a composição da microbiota sofre variações durante a vida do indivíduo, dependendo do tipo de parto (no nascimento), tipo de amamentação, do ambiente em que vivemos, do nível de estresse que enfrentamos, dos alimentos que consumimos e dos medicamentos que ingerimos ao longo da vida. O equilíbrio entre a microbiota probiótica e a patogênica é crucial para a saúde humana.

Quando há desequilíbrio desse ecossistema microbiológico, chamamos de disbiose intestinal, uma condição que ocasiona alterações inflamatórias e imunológicas, provocando sintomas como: diarreia, dor abdominal, flatulência ou constipação, além de infecções do trato geniturinário, intolerância à lactose, problemas na imunidade, doenças inflamatórias intestinais e, até mesmo, o desenvolvimento de doenças autoimunes.

A alimentação é um fator primordial para o equilíbrio da flora intestinal. Os alimentos naturais e integrais são aliados das bactérias saudáveis, enquanto os industrializados (ricos em açúcares e gorduras ruins), como os fast foods, são aliados das bactérias e dos fungos considerados nocivos.

Além disso, se houver o hábito de não mastigar bem os alimentos, eles chegarão mal digeridos no intestino, causando a multiplicação de bactérias ruins, devido à fermentação desencadeada por estes alimentos mastigados de forma incorreta.

Ingerir líquidos durante as refeições também prejudica o bom funcionamento do intestino, porque altera o pH (acidez) do sistema digestório e dilui o ácido clorídrico do estômago, contribuindo para a proliferação de bactérias patogênicas (bactérias que podem causar doenças).


Como a Nutrição Funcional pode me ajudar?

A chamada Nutrição Funcional prioriza o tratamento do intestino para obter o equilíbrio da microbiota intestinal e melhorar todos os sintomas (gástricos ou não) apresentados pelo paciente.

Em um primeiro momento, juntamente com a melhora dos hábitos alimentares e da digestão, também podem ser utilizados suplementos, com intuito de recuperar a mucosa intestinal e equilibrar a microbiota novamente.

É importante ressaltar: junto ao médico e ao nutricionista de sua confiança, avalie o método adequado para você. Busque profissionais especializados nas suas necessidades. Contar com o auxílio do nutricionista correto para alcançar seus objetivos de saúde e bem-estar é essencial para um tratamento bem-sucedido. Cada organismo é diferente, e cada pessoa precisa de uma avaliação individual: nem sempre o que funciona para um amigo pode ser benéfico para você, por exemplo.

O artigo é de autoria da nutricionista Natália Villa, formada pelo Centro Universitário São Camilo; pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Paschoal. A profissional é especialista em doenças intestinais, doenças autoimunes, alergia alimentar, diabetes, gestantes, lactantes e emagrecimento.

(Foto: Pixabay)

 

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Leguminosas: Saiba quais são os principais benefícios https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/artigos/leguminosas-saiba-quais-sao-os-principais-beneficios/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/artigos/leguminosas-saiba-quais-sao-os-principais-beneficios/#respond Mon, 07 Mar 2022 21:48:04 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2507 Que hoje é possível encontrar farinhas de componentes como amêndoas e castanhas com facilidade, você provavelmente já sabe. Mas qual é a maneira correta de usá-las em suas receitas?

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As leguminosas, sementes comestíveis que se desenvolvem em vagens, possuem diversos benefícios nutricionais. Além disso, são de extrema para o manejo do solo, pois melhoram a fertilidade e, quando cultivadas a longo prazo, ajudam a aumentar a produtividade no meio rural.

Feijão, grão-de-bico, soja, amendoim, lentilha e a ervilha são exemplos de leguminosas ricas em fibras e com baixo teor de colesterol, contribuindo para a saúde intestinal.

O ideal é consumir grãos variados ao menos 3 vezes por semana. Pensando nisso, para que você diversificar seu cardápio de forma simples, saudável e rápida, veja abaixo os principais benefícios e algumas sugestões para inserir as leguminosas na sua alimentação:

Feijão

No Brasil, essa é a leguminosa mais consumida. O grão conta com nutrientes essenciais, como vitaminas do complexo B, fibras, proteínas ricas em lisina (aminoácido) e sais minerais, como fósforo, potássio, ferro e cálcio. A mistura clássica de feijão com arroz tem uma longa história de sucesso. Em terras brasileiras, o feijão também faz sucesso em preparações como tutu à mineira, feijão-tropeiro, feijoada, sopa de feijão, acarajé e, até mesmo, em saladas.

Grão-de-bico

O grão-de-bico possui proteínas, fibras e vitaminas. Uma dica para os vegetarianos, é a substituição da carne pelo grão em diferentes receitas, como estrogonofe. Ele também fornece triptofano, que é um aminoácido precursor da serotonina (hormônio da felicidade).

Ervilha

Muito usada para o preparo de sopas, cremes, saladas, refogados e até risotos, a ervilha é rica em ferro, potássio, zinco, agentes antioxidantes, fibras e proteínas.

Amendoim

O amendoim é fonte de ferro, magnésio, fósforo, de minerais importantes para o bom funcionamento do corpo, além de vitaminas do complexo B e E. Pode ser consumido em saladas, petisco e lanches. Também pode ser encontrado em pasta. Neste caso, é muito usada no café da manhã, no preparo de bolos, de cookies e de panquecas.

Soja

A soja contém proteínas, fibras, vitaminas A e C, além de cálcio e fósforo. Existem diferentes variações dessa leguminosa. Em grãos, são encontradas a proteína hidrolisada, a assada, e in natura (edamame).

Lentilha

A lentilha é um dos alimentos saudáveis mais antigos do mundo. É possível encontrar em uma variedade de cores, incluindo laranja, verde e marrom. Rápidas de preparar e, normalmente, com boa relação custo-benefício, elas ainda fornecem proteínas, fibras e diversos minerais.
Estudos sugerem que o consumo de lentilha regularmente auxilia na redução do risco de doenças crônicas, como diabetes e obesidade. Isso se deve ao seu alto conteúdo de compostos vegetais, chamados fenóis.


Fica o alerta:

As leguminosas contêm compostos naturais, chamados de “antinutrientes”. Estes incluem o ácido fítico, que se liga a nutrientes como ferro e zinco, tornando os minerais mais difíceis de absorver. Porém, isso pode ser reduzido facilmente: faça o remolho, deixando os grãos submersos na água por, no mínimo, 8 horas, trocando-a de 3 em 3 horas.


*O artigo é de autoria da nutricionista Adriana Stavro, Mestre pelo Centro Universitário São Camilo
; especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein; pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal e em Fitoterapia, pela Courses4U.

(Foto: Pixabay)

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Conheça 7 benefícios do tomate, um dos frutos mais versáteis do mundo https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/conheca-7-beneficios-do-tomate-um-dos-frutos-mais-versateis-do-mundo/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/conheca-7-beneficios-do-tomate-um-dos-frutos-mais-versateis-do-mundo/#respond Tue, 01 Feb 2022 19:16:54 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2443 Mesmo que muitas vezes seja chamado de legume, o tomate é cientificamente um fruto, proveniente do desenvolvimento do ovário da flor do tomateiro. Presente no prato de milhares pessoas do mundo todo, é não só uma das opções mais versáteis na culinária, mas também extremamente nutritivo, como explica a nutricionista Adriana Stravo. A especialista ressalta, […]

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Mesmo que muitas vezes seja chamado de legume, o tomate é cientificamente um fruto, proveniente do desenvolvimento do ovário da flor do tomateiro. Presente no prato de milhares pessoas do mundo todo, é não só uma das opções mais versáteis na culinária, mas também extremamente nutritivo, como explica a nutricionista Adriana Stravo.

A especialista ressalta, entre as principais propriedades da hortaliça vitaminas A e C e do complexo B, além de minerais como o potássio, o fósforo e o magnésio.

Veja alguns dos principais benefícios do tomate segundo a nutricionista Adriana Stravo.

Proteção solar:

O tomate possui licopeno, um antioxidante que ajuda a proteger a pele contra os danos causados pelo sol, tornando-a menos sensível à luz ultravioleta, uma das principais causas de linhas finas e rugas no rosto.

Pele sempre saudável:

O consumo regular de tomates ajuda a minimizar poros dilatados, curar a acne e erupções cutâneas ou tratar pequenas queimaduras.

Melhora a visão:

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, a alta quantidade de vitaminas A e C beneficia a visão. Além disto, o tomate também pode ser eficiente na redução do surgimento de cataratas.

Saúde dos ossos:

Dois dos nutrientes presentes no tomate também pode ajudar no fortalecimento e no reparo dos ossos: a vitamina K e o cálcio. Além disto, o licopeno, que também está no fruto, é antioxidante, e ajuda a melhorar a massa óssea.

Ajuda a reduzir níveis de açúcar no sangue:

O tomate é fonte do mineral cromo, que pode ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue.

Reduz a pressão arterial:

O licopeno, A vitamina C e outros antioxidantes presentes no fruto são conhecidos por ajudar a melhorar a saúde cardiovascular. Por ser também rico em potássio, o tomate ajuda a reduzir a pressão arterial.

Diminui as dores crônicas:

Devido à presença de agentes anti-inflamatórios, como bioflavonoides e carotenoides, os tomates podem atuar na redução das dores crônicas. O consumo do fruto auxilia no controle da inflamação.

Adriana Stavro é nutricionista, mestre em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo e especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

(Foto: Divulgação)

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“Compostos naturais bioativos podem auxiliar na prevenção e no tratamento do diabetes”, explica nutricionista da Unifesp https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/compostos-naturais-bioativos-podem-auxiliar-na-prevencao-e-no-tratamento-do-diabetes-explica-nutricionista-da-unifesp/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/compostos-naturais-bioativos-podem-auxiliar-na-prevencao-e-no-tratamento-do-diabetes-explica-nutricionista-da-unifesp/#respond Mon, 07 Dec 2020 15:31:31 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2158 Tem sido cada vez maior o número de pesquisas que avaliam a eficácia de compostos bioativos derivados de produtos naturais (como polifenóis) no tratamento ao diabetes mellitus (DM). Em revisão publicada por pesquisadores da Unifesp 4, foram analisados dados recentes da literatura sobre a utilização de polifenóis na prevenção e tratamento do DM e de […]

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Tem sido cada vez maior o número de pesquisas que avaliam a eficácia de compostos bioativos derivados de produtos naturais (como polifenóis) no tratamento ao diabetes mellitus (DM). Em revisão publicada por pesquisadores da Unifesp 4, foram analisados dados recentes da literatura sobre a utilização de polifenóis na prevenção e tratamento do DM e de suas complicações. Os compostos bioativos investigados foram: resveratrol, galato de epigalocatequina, genisteína, curcumina e extrato de ginkgo biloba.

Responsável por conduzir o estudo, a nutricionista Maria Fernanda Naufel, doutora em Nutrição e mestre em Pediatria pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp), destaca que esses produtos naturais bioativos possuem efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes, além de ações benéficas ao perfil lipídico e homeostase da glicose. “Essas propriedades apontam para um potencial uso destes polifenóis como compostos antidiabéticos, que devem ser associados ao estilo de vida saudável, dieta adequada e possíveis medidas farmacológicas”, explica.

Para que possam ser utilizados de forma correta, contudo, elaressalta a importância de acompanhamento profissional. “Qualquer composto natural bioativo só deverá ser utilizado sob orientação médica ou de nutricionista. Esse cuidado é fundamental para o sucesso durante seu uso”, afirma.

A nutricionista explica em detalhes as propriedades de cada um desses produtos:

Resveratrol

Encontrado em grande número de plantas e produtos dietéticos, como uva (especialmente na casca e sementes), vinho tinto, cacau e amendoim. Devido suas potentes propriedades bioativas, vem sendo usado como composto medicinal natural há mais de 2 mil anos.

“Por apresentar propriedades anti-inflamatórias, antiproliferativas, antiplaquetárias e antioxidantes, se mostrou eficaz na prevenção e tratamento de uma variedade de condições, incluindo diabetes, envelhecimento, obesidade, doenças cardiovasculares, neurológicas, entre outros”, descreve Maria Fernanda.

O comitê da US Food and Drug Administration (FDA, 2017) adicionou o resveratrol à lista de substâncias medicamentosas que podem ser usadas para o tratamento da resistência à insulina em adultos. Contudo, embora estudos não tenham revelado efeitos colaterais graves após a administração oral de grande variedade de doses de resveratrol, até o momento não há uma dose diária recomendada por diretrizes.

Galato de epigalocatequina (EGCG)

“É o principal composto bioativo presente no chá verde. Consumido principalmente na forma de chás e de suplementos alimentares disponíveis no mercado. Embora ainda não estabelecida a dosagem ideal, o consumo diário de EGCG não deve exceder 300mg/dia”, explica a nutricionista.

O chá verde apresenta muitos efeitos benéficos à saúde, incluindo redução da gordura corporal e do colesterol, ações anti-inflamatórias, mudança na composição da microbiota intestinal e melhora da sensibilidade à insulina. Seus compostos bioativos (principalmente o EGCG) são os responsáveis pelos efeitos benéficos do chá verde, e podem atenuar o DM e suas complicações.

Genisteína

Pertence ao subgrupo de flavonoides denominado isoflavonas, sendo encontrada principalmente na família das leguminosas, que inclui a soja e a alfafa. Além de ser investigada como alternativa para terapia de reposição hormonal (devido seu efeito estrogênico), diversas pesquisas evidenciaram a influência benéfica do consumo de genisteína na prevenção de distúrbios metabólicos.

A nutricionista esclarece que “uma correlação inversa da ingestão de genisteína com o risco de desenvolver DM2 vem sendo sugerida por estudos experimentais e epidemiológicos. Ela pode atuar como um composto antidiabético devido suas ações anti-inflamatórias a antioxidantes, somado à sua capacidade de reduzir a ingestão alimentar e ganho ponderal, melhorando o controle glicêmico, o perfil lipídico e reduzindo a resistência insulínica.”

Apesar de ainda não ter sido estipulada sua dose diária, inúmeros ensaios clínicos conduzidos em diferentes patologias utilizaram doses que variam entre 40 e 120 mg/dia, obtendo resultados positivos sem efeitos colaterais importantes.

Curcumina

A cúrcuma (açafrão-da-terra) é membro da família do gengibre, e seu uso medicinal (atribuídos essencialmente à curcumina) na medicina tradicional indiana e chinesa remonta há 4 mil anos.

A curcumina apresenta efeito antioxidante, anti-inflamatório, antiproliferativo, antibacteriano, antineoplásico e antienvelhecimento. Consequentemente, tem potencial terapêutico em doenças como as cardiovasculares, renais e diabetes.

Seu consumo já foi aprovado pela FDA, e o comitê da OMS/FAO determinou ingestão máxima de 3mg/kg de peso/dia.

Extrato de Ginkgo Biloba (EGb)

Obtido das folhas secas da árvore Ginkgo Biloba, é uma das plantas medicinais mais vendidas no mundo. Sua eficácia, segurança e boa tolerabilidade foram confirmadas em diferentes condições patológicas. No entanto, sua combinação com agentes antiplaquetários não é recomendada. As doses diárias sugeridas variam de 120 a 240mg.

“Os principais efeitos terapêuticos dependem de suas características antioxidantes, anti-inflamatórias, vasodilatadoras e antiedematogênicas, que auxiliam na melhora do DM devido a redução da glicemia e da hemoglobina glicada. Além disso, devido suas propriedades neuroprotetoras, tem sido classicamente utilizado no tratamento de distúrbios neurológicos”, descreve.

Doença que preocupa no Brasil

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, o Brasil é o 5° país em termos de incidência, com mais de 16,5 milhões de diabéticos adultos. O excesso de peso, por aumentar a inflamação, o estresse oxidativo e a resistência à insulina são os principais fatores de risco para o DM2.

O diabetes mellitus é uma doença crônica, caracterizada pelo aumento nos níveis de glicose no sangue, que pode levar a sérias complicações nas artérias, no coração, nos olhos, nos rins e nos nervos. Os dois principais tipos de DM são: tipo 1 e tipo 2 (DM2). No tipo 1, que acomete cerca de 5 a 10% do total de diabéticos, o sistema imunológico destrói as células beta, levando à deficiência ou ausência de insulina. No DM2, que representa cerca de 90% dos casos, ocorre produção insuficiente ou resistência à insulina (quando o organismo não utiliza a insulina de forma adequada).

*As informações são da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
**As imagens são do Pixabay.

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Melancia: conheça os benefícios e a história da fruta mais procurada em dias de calor https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/melancia-conheca-os-beneficios-e-a-historia-da-fruta-mais-procurada-em-dias-de-calor/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/noticias-de-saude/melancia-conheca-os-beneficios-e-a-historia-da-fruta-mais-procurada-em-dias-de-calor/#respond Mon, 07 Dec 2020 04:20:54 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2153 A melancia – (Citrulluslanatusvar.lanatus), uma fruta da família das cucurbitaceas, grupo do qual fazem parte também o melão e as abóboras – é originária da África, com os primeiros registros de seu uso como alimento datados de 5 mil anos atrás, pelos egípcios. Estudos mostram que a fruta se espalhou pelo mundo, por meio do […]

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A melancia – (Citrulluslanatusvar.lanatus), uma fruta da família das cucurbitaceas, grupo do qual fazem parte também o melão e as abóboras – é originária da África, com os primeiros registros de seu uso como alimento datados de 5 mil anos atrás, pelos egípcios. Estudos mostram que a fruta se espalhou pelo mundo, por meio do Mar Mediterrâneo. Por volta do século 10 foi levada para a China (país que, atualmente é o maior produtor do mundo). No século 13, começou a ser cultivada em diversas regiões da Europa e, no século 16, chegou ao continente americano. No Brasil a cultura foi introduzida durante o ciclo econômico da cana-de-açúcar, tendo as regiões Nordeste e Sul como ponto de partida para o plantio pelo restante do País.

Em solo nacional desde a década de 1990, ocorreu uma grande expansão do mercado interno da melancia devido, principalmente, à mudança de hábitos alimentares da população, em busca por uma alimentação mais saudável. Nesse contexto, a opção dos consumidores por alimentos proteicos e de baixas calorias privilegiou a melancia, promovendo um marketing positivo, devido ao seu baixo teor calórico. Além disso, a qualidade da fruta produzida em alguns estados brasileiros possibilitou um aquecimento nas exportações.

Benefícios da melancia

A fruta é, cada dia mais, muito presente na mesa dos brasileiros e consumida, geralmente ao natural, como opção saudável. “Ela se destaca entre as frutas pela sua suculência e doçura. Outra qualidade bastante apreciada é o frescor, indicado pelo aspecto ‘crocante’ quando a fruta é mastigada. Por esse motivo, a melancia é uma das frutas mais refrescantes que existem. Na verdade, em situações de extremo calor, como em meio ao sol do meio-dia do verão tropical, uma fatia de melancia é excelente para repor os líquidos perdidos pela transpiração”, avalia Beatriz Cantusio Pazinato, nutricionista da Secretaria e diretora da Divisão de Extensão Rural (Dextru), da CDRS, acrescentando que a suculência se deve à presença de 90% de água e a doçura por possuir carboidratos, que embora em pequena quantidade (8%), são suficientes para contribuir com essa característica. “Além disso, a melancia tem poder de saciedade e oferece poucas calorias em cada porção consumida, ou seja, menos de 35Kcal por 100 gramas, por isso é tão comum nas dietas de emagrecimento, inclusive possui fibras alimentares e não contém gorduras”, complementa.

Quando o quesito é saúde, Beatriz destaca os seus nutrientes. “A cor vermelha da melancia é um grande atrativo, mas o que poucos sabem, é que o licopeno, pigmento natural da fruta, que confere essa coloração, desempenha propriedades funcionais e antioxidantes, que ajudam a combater os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento e/ou danos ao DNA das células, bem como prevenir ações inflamatórias do organismo que são prejudiciais e até precursoras de muitas doenças crônicas”.

Dentre os minerais que a fruta possui, a nutricionista aponta os que possuem maior teor: magnésio, manganês, potássio, cobre e zinco, que contribuem para regular as nossas atividades metabólicas e manter o bom funcionamento de todos os órgãos do corpo. O magnésio faz parte da respiração celular e atua na transmissão dos impulsos nervosos, do metabolismo dos ossos e também na cicatrização; o manganês ajuda na interação e absorção dos nutrientes. O potássio contribui para o equilíbrio ácido básico, transmissão de impulsos nervosos, contrações e movimentos dos músculos; além disso, regula os batimentos cardíacos e a pressão arterial, sendo muito importante para a manutenção dos líquidos do corpo. E, por fim, o cobre é essencial na produção de hemácias, na formação do tecido conjuntivo, fibras nervosas e pigmentação da pele; também promove a absorção do ferro, sendo também componente de várias enzimas.

Dicas para comprar uma melancia

– A fruta de boa qualidade tem casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. As manchas claras não são sinais de um produto de má qualidade;

– Para determinar se a melancia está ou não madura não é fácil, pois sua casca é dura e espessa. Você pode dar leves batidas com os dedos: se a fruta ainda estiver meio verde, o som sairá um pouco metálico. Do contrário, quanto mais grave for o som que vier da fruta, mais madura ela estará. Comparando duas frutas do mesmo tamanho, a opção deve ser a mais pesada;

– Por conta de seu tamanho, normalmente a fruta é comercializada cortadas em pedaços, quartos ou metades. A escolha deve ser pelas bem vermelhas e brilhantes, pois quanto mais escura a polpa, mais doce ela será.

Dicas de conservação

– Fora da geladeira, a melancia se conserva bem durante uma semana, guardada em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, deve ser conservada na geladeira, envolvida em plástico ou papel de alumínio, para evitar que resseque ou absorva o odor de outros alimentos. Conserva-se em geladeira por duas a três semanas.

*As informações são da assessoria de Comunicação da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

**Imagens: Pixabay.

 

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Saiba quais são as frutas, legumes e verduras de novembro https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/artigos/saiba-quais-sao-as-frutas-legumes-e-verduras-de-novembro/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/artigos/saiba-quais-sao-as-frutas-legumes-e-verduras-de-novembro/#respond Thu, 05 Nov 2020 05:01:22 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2067 As frutas da estação geralmente são saborosas e nutritivas. Quando consumimos alimentos frescos, desfrutamos também de ingredientes adequados às necessidades do corpo de acordo com a época do ano, como as frutas de verão, com alto teor de líquidos. Além disso, eles ainda costumam contar com um preço melhor, o que significa que é possível […]

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As frutas da estação geralmente são saborosas e nutritivas. Quando consumimos alimentos frescos, desfrutamos também de ingredientes adequados às necessidades do corpo de acordo com a época do ano, como as frutas de verão, com alto teor de líquidos. Além disso, eles ainda costumam contar com um preço melhor, o que significa que é possível comer de forma saudável, sem prejudicar seu orçamento.

Confira as frutas de novembro

A lista de frutas da estação é a mais extensa. São elas: abacaxi, acerola, banana-nanica, banana-prata, caju, coco verde, framboesa, jaca, laranja-pêra, maçã, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, nectaria, pêssego e tangerina.

Benefícios da tangerina

Uma das frutas da estação é a tangerina. Rica em vitamina C, ela previne o envelhecimento precoce, ajuda a reduzir inflamações e a aumentar a imunidade. Além disto, é uma aliada no combate às doenças hepáticas e às anemias.

Legumes do mês

Entre os legumes do mês de novembro, estão abobrinha, aspargos, berinjela, beterraba, cenoura, inhame, maxixe, nabo, pepino, pimentão e tomate.

O pimentão

O pimentão é rico em antioxidantes, como vitaminas A e C, auxiliando a manter pele, unha e cabelos mais saudáveis. Além disto, ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, como levantado por estudos do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Esse legume ainda auxilia no controle das taxas de colesterol e na saúde cardiovascular.

E as verduras?

Entre elas, estão principalmente: alho-poró, almeirão, brócolis, cebolinha, endívia, erva-doce, espinafre e folha de uva.

Saiba mais sobre o alho-poró

O alho-poró tem alto teor de fibras e de nutrientes. Possui ação antioxidante, ajuda a saúde cardiovascular, auxilia o sistema digestivo, e fortalece o sistema imunológico.

Adriana Stavro é Nutricionista Funcional e Fitoterapeuta. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

(Foto: Pixabay)

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Saiba como usar diferentes farinhas sem glúten https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/artigos/como-usar-farinhas-sem-gluten/ https://pratolivre.com.br/saude-e-nutricao/artigos/como-usar-farinhas-sem-gluten/#respond Tue, 08 Sep 2020 13:00:50 +0000 http://7uptheme.com/wordpress/geniuskitchen/?p=757 Que hoje é possível encontrar farinhas de componentes como amêndoas e castanhas com facilidade, você provavelmente já sabe. Mas qual é a maneira correta de usá-las em suas receitas?

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Que hoje é possível encontrar farinhas de componentes como amêndoas e castanhas com facilidade, você provavelmente já sabe. Mas qual é a maneira correta de usá-las em suas receitas? Cada farinha tem um perfil único. As alternativas podem diferir no peso, na absorção, no amido, em proteínas e em fibras, o que faz total diferença na preparação.

Cozinhar com farinhas alternativas, além disto, abre um novo leque de sabores, texturas e cores. Confira a dica do especialista de hoje no artigo da nutricionista funcional, Adriana Stavro.

Farinha de amêndoas

Moída a partir de nozes cruas, é rica em proteína, vitaminas, cálcio, fibra e gorduras, tornando-a a mais nutritiva de todas as farinhas alternativas. Ela produz cores suaves, leves e seu alto teor proteico substitui facilmente as proteínas deficientes no cozimento sem glúten.

A farinha de amêndoas tem sabor de noz, portanto, pense nisso quando for preparar sua receita. Ela combina bem com frutas cítricas e chocolate. Cuidado para não servir a quem tem alergia a nozes.

Dica: guarde a farinha de amêndoa na geladeira.

Importante: pode ser feita a partir da polpa restante da fabricação do leite caseiro de amêndoas. Ao substituir a farinha de amêndoa por polpa em uma receita, talvez precise aumentar um pouco a quantidade de óleo ou líquido, para adicionar novamente a umidade que é perdida no processo de produção de leite.

Farinha de trigo sarraceno

A textura da farinha de trigo sarraceno é ótima. Rica em proteínas e minerais, ela tem sabor forte, portanto, pense nisso quando for usá-la.

É ótima para biscoito de chocolate e crostas de tortas crocantes, especialmente torta de abóbora. Combina bem com chocolate, café, nozes e frutas. Pode usar em conjunto com outra farinha.

Dica: a farinha de arroz combina perfeitamente com a sarraceno. Use 50% de cada uma.

Farinha de milho

O milho é um grão resistente que gosta de absorver a umidade. Complementa uma grande variedade de alimentos. Essa farinha é rica em fibras, proteínas, ferro e fósforo.

O milho tem sabor marcante com textura macia. Use em receitas que tenham sabores leves, como frutas, baunilha e mel. E, para obter textura ideal, não use mais de 50% de farinha de milho. O ideal é usar 30% dela em qualquer receita para evitar o excesso de sabor.

Dica de uso:
– Fubá: bolos, sopas, mingau, broas, biscoitos, polenta, cremes, empanados e angu;

– Farinha de milho: bolos, broas, farofa, tutu, tacos mexicanos, pães e outros produtos de panificação;
– Flocos: virado, farofa, cuscuz e bolos.

Farinha de coco

A farinha de coco é muito densa, feita com carne de coco seca. Normalmente não substitui bem em receitas usando uma proporção de 1:1, e quase sempre se beneficia de ter um ovo na mistura. É rico em fibras e mais absorvente do que a maioria das outras misturas. Funciona bem em receitas que usam ovos, como panquecas de ovo e banana.

Farinha de arroz integral

A farinha de arroz integral é ótima para misturas em geral, mas não é indicada para substituir farinhas tradicionais na proporção 1:1. Entretanto, funciona muito bem quando misturada com outras farinhas sem glúten, como amêndoas.

Farinha de arroz branco

A farinha de arroz branco é mais clara que a integral, mas também não é indicada para substituir farinhas tradicionais na proporção 1:1 nas receitas. O ideal é fazer uma mistura com outras farinhas sem glúten.

Dica: pode ser usada como espessante.

Outras dicas:
– Adicione gomas. O efeito pegajoso criado pelo glúten pode ser simulado até certo ponto, adicionando goma guar ou goma xantana. Adicionar às receitas em pequenas quantidades, 1/4 de colher de chá por xícara de farinha. Fique atento pois, em muitas misturas comerciais de farinha sem glúten, as gomas já estão inclusas.

– Adicione proteína. O glúten é uma proteína, e na sua ausência, pode ser útil acrescentar alguma proteína às receitas. Exemplo: substitua meia xícara de água da receita por 1 clara de ovo.

– Guarde a farinha sem glúten na geladeira ou no freezer. Para mantê-las frescas, guarde-as no freezer, porém deixe-as atingir a temperatura ambiente antes de usá-las.

Adriana Stavro é Nutricionista Funcional e Fitoterapeuta
Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

(Foto: Divulgação)

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