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3232Conheça Amstel Ultra, a nova cerveja ‘levinha’ e sem glúten do grupo Heineken
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No final de 2021, a marca Amstel apostou todas as fichas no lançamento de sua cerveja low-carb e sem glúten para o país. Além de contar com baixo teor de carboidratos e 47% menos calorias do que as principais cervejas puro malte do mercado, Amstel Ultra é a primeira versão com menos de 20 ppm (partes por milhão) de glúten do grupo Heineken no Brasil.
Diferente da receita original, a versão Ultra conta com uma densidade menor no sabor, garantindo o equilíbrio entre as características de amargor e refrescância. A proposta foi trazer uma cerveja de paladar e aroma leves. O teor alcoólico também é menor.
A bebida, que já existia em outros cinco países até então, tem 72 calorias e é vendida atualmente nas versões long neck (255 ml) e lata (269 ml).
Low-carb, sem glúten e de baixas calorias
O apelo publicitário da nova cerveja é, prioritariamente, o baixo teor de calorias, visando incentivar os consumidores a não ficarem preocupados o tempo todo com sua dieta. O slogan “Não conte calorias, conte momentos” pretende chamar a atenção para o assunto, ressaltando que existem alternativas para quem deseja guardar apenas bons momentos, sem abrir mão da qualidade e do sabor de uma cerveja.
Amstel Ultra também atende o público com restrições alimentares relacionadas ao consumo de glúten (como a doença celíaca e a sensibilidade ao glúten não celíaca), garantindo que o processo seja seguro também para essas pessoas.
Sem contaminação cruzada por glúten
Na fabricação da cerveja, a proteína do glúten presente naturalmente na composição é quebrada por uma enzima específica, como explica Anna Luisa Dafico, gerente de marketing da Amstel. “No processo de produção, implementamos procedimentos para evitar qualquer contato com outras cervejas. Além disso, os lotes produzidos são testados para a garantia de um teor de glúten menor que 20 ppm. Todos passam pela análise de glúten, que garante a quantidade máxima permitida.”
Qual é o valor e onde encontrar?
O preço de Amstel Ultra foi uma das características que mais chamou a atenção do consumidor de cervejas sem glúten: ela é uma das mais acessíveis do mercado, custando aproximadamente R$3,99 a long neck de 275ml, e R$3,49 a lata de 269ml. É possível encontrá-la em supermercados das regiões Sul e Sudeste do país e em lojas virtuais.
Para a gerente de marketing da Amstel, a distribuição em larga escala tem o objetivo de ampliar o acesso às cervejas sem glúten. “Estamos sempre de olho nas tendências de consumo e no perfil do brasileiro. Nosso objetivo é atender uma parcela de consumidores e um segmento que está em crescimento. Vemos neste produto uma grande oportunidade e pretendemos desenvolver a categoria Ultra, como fizemos com a categoria de cervejas puro malte mainstream, com a chegada de Amstel, há 6 anos”, explica a executiva.
Por ser inspirada em Amsterdã, capital da Holanda, a marca reforça questões de diversidade em seu posicionamento, o que explica o interesse do grupo Heineken lançar uma versão inclusiva por meio da Amstel.
O que diz a comunidade celíaca sobre as cervejas sem glúten?
Em entrevista ao Prato Livre, Ester Benatti, secretária da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), explicou que as cervejas sem glúten brasileiras estão dentro das normas estabelecidas em 2019 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A comunidade celíaca do país considera, entretanto, que as cervejas feitas de cevada ou trigo, com processo enzimático para quebra dessas proteínas, deveriam estar em uma categoria de ‘glúten reduzido’. “É importante lembrar que elas podem provocar reação em pessoas com a doença celíaca ativa ou, ainda, em quem ingerir uma quantidade maior que um litro ao dia”, afirma a representante da Federação.
A recomendação da associação é cada celíaco converse com o profissional que o acompanha sobre o consumo desse tipo de bebida.
]]>https://pratolivre.com.br/blog/conheca-amstel-ultra-a-nova-cerveja-levinha-e-sem-gluten-do-grupo-heineken/feed/0Picolé de brigadeiro feito com inhame é a novidade da Yamo para o público infantil
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https://pratolivre.com.br/sem-lactose/picole-de-brigadeiro-feito-com-inhame-e-a-novidade-da-yamo-para-o-publico-infantil/#respondWed, 02 Feb 2022 21:26:06 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2449A Yamo, especializada em sorvetes plant based – ou seja: produzidos a partir de plantas e frutas -, acaba de lançar um novo picolé de brigadeiro, formulado para agradar o paladar infantil. A nova opção da marca não conta com gorduras saturadas, conservantes, açúcar refinado, leite ou glúten. A receita do picolé segue o mesmo […]
]]>Yamo, especializada em sorvetes plant based – ou seja: produzidos a partir de plantas e frutas -, acaba de lançar um novo picolé de brigadeiro, formulado para agradar o paladar infantil. A nova opção da marca não conta com gorduras saturadas, conservantes, açúcar refinado, leite ou glúten.
A receita do picolé segue o mesmo princípio dos demais produtos da empresa: na Yamo, um dos diferenciais é a utilização do inhame, um tubérculo rico em carboidratos de baixo índice glicêmico, como base dos sorvetes. Conhecido como um superalimento por suas inúmeras propriedades nutricionais, é a partir dele que a fábrica extrai o leite vegetal utilizado nas receitas.
A gordura dos sorvetes tradicionais, por sua vez, é substituída pelo tahine, uma pasta à base de gergelim, considerado uma fonte de proteínas. As frutas são utilizadas in natura, o que garante a doçura, o frescor e acidez dos sorvetes.
O novo sabor da linha Yamo Kids conta também com chocolate meio amargo, cacau em pó, granulado crocante sabor chocolate e óleo de coco na composição.
Os produtos da marca estão disponíveis em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro via e-commerce e em plataformas como o iFood e Rappi, além de presencialmente, em empórios e redes de supermercados.
O preço médio da caixa com quatro unidades é de R$ 39.
]]>https://pratolivre.com.br/sem-lactose/picole-de-brigadeiro-feito-com-inhame-e-a-novidade-da-yamo-para-o-publico-infantil/feed/0Urbano Alimentos leva linha Kids para os principais mercados brasileiros
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https://pratolivre.com.br/gluten-free/urbano-alimentos-leva-linha-kids-para-os-principais-mercados-brasileiros/#respondMon, 31 Jan 2022 01:05:03 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2433A Urbano Alimentos, marca conhecida principalmente pela variedade de opções sem glúten para os consumidores brasileiros, lançou uma linha de macarrão destinada para o público infantil em parceria com a Disney: a Urbano Kids. Como as outras da marca, a massa é feita de arroz e pode ser encontrado em dois tipos de cortes: mini […]
]]>Urbano Alimentos, marca conhecida principalmente pela variedade de opções sem glúten para os consumidores brasileiros, lançou uma linha de macarrão destinada para o público infantil em parceria com a Disney: a Urbano Kids.
Como as outras da marca, a massa é feita de arroz e pode ser encontrado em dois tipos de cortes: mini rigatoni, ou com formato de personagens da Disney, como Mickey, Minnie, Pateta, Pluto e Pato Donald.
O macarrão de arroz da empresa possui características – como sabor, consistência e cozimento – similares às massas produzidas com outros tipos de grãos. O alimento é indicado para pessoas com restrições alimentares como doença celíaca, sensibilidade ao glúten não celíaca e alergia ao trigo.
A linha Urbano Kids já está disponível no varejo e em distribuidores de todo o Brasil com o preço médio de R$ 5,10.
]]>https://pratolivre.com.br/gluten-free/urbano-alimentos-leva-linha-kids-para-os-principais-mercados-brasileiros/feed/0Entrevistamos Valetina Santuches, a pequena autora do livro “Como ser uma criança celíaca feliz”; confira
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https://pratolivre.com.br/cultura/livros/entrevistamos-valetina-santuches-a-pequena-autora-do-livro-como-ser-uma-crianca-celiaca-feliz-confira/#respondMon, 22 Nov 2021 20:03:55 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2385O post Entrevistamos Valetina Santuches, a pequena autora do livro “Como ser uma criança celíaca feliz”; confira apareceu primeiro em Prato Livre.
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Colorido, cheio de vida e de ilustrações: assim é o livro ‘Como ser uma criança celíaca feliz’, escrito pela catarinense Valentina Santuches, de 10 anos, que, na época do lançamento, tinha apenas nove. A obra infantil pretende inspirar outras crianças, defendendo que, mesmo com a condição celíaca – doença autoimune relacionada à ingestão de glúten -, é possível alcançar a felicidade.
“Ela quis mostrar que todas as pessoas celíacas podem ter uma vida normal, saudável e feliz, mesmo com a doença. A ideia veio dela, aos oito anos, quando assistiu um programa de televisão em que um menino também tinha uma doença e escreveu sobre o assunto. Valentina me disse: ’eu posso escrever também’. Em seguida, sentou-se, com um caderno simples e lápis e, então, começou a esboçar e ilustrar”, conta Lia Francine, a mãe de Valentina, que apoiou a filha desde o início do processo.
Além de contar a história da pequena, o livro traz rimas, duas páginas escritas pela gastropediatra Anelise Camargo, de Capinzal (SC) e, ainda, uma receita de bolo sem glúten no final.
O resultado chamou a atenção não só de celíacos, mas também da comunidade médica: Valentina foi convidada para conduzir uma palestra, com oito anos, aos alunos de Medicina da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), em Joaçaba (SC).
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https://pratolivre.com.br/gluten-free/fenacelbra-e-acelbras-conheca-as-associacoes-que-buscam-espaco-e-visibilidade-para-os-celiacos-brasileiros/#respondTue, 28 Sep 2021 22:06:27 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2375No Brasil, segundo dados da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), estima-se que 2 milhões de pessoas possam ter doença celíaca, condição de saúde causada pela reação imunológica à ingestão do glúten, uma proteína presente em cereais como o trigo, a aveia, o centeio, a cevada e o malte. Até o momento, não […]
]]>No Brasil, segundo dados da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), estima-se que 2 milhões de pessoas possam ter doença celíaca, condição de saúde causada pela reação imunológica à ingestão do glúten, uma proteína presente em cereais como o trigo, a aveia, o centeio, a cevada e o malte. Até o momento, não existem medicamentos ou a cura. A única forma de tratamento da doença é a dieta adequada que consiste na eliminação total do glúten da alimentação e na mudança de hábitos.
Descobrir-se celíaco não é tão simples quanto parece: quem foi diagnosticado precisa aprender a tomar cuidados específicos, por exemplo, com a contaminação cruzada por glúten ao se alimentar fora de casa, ou mesmo com os utensílios domésticos que já tiveram contato com o glúten.
Graças aos esforços da Fenacelbra e das associações de celíacos regionais espalhadas pelo Brasil (Acelbras) – entidades sem fins lucrativos criadas para conscientizar a sociedade em geral sobre a doença celíaca e seu tratamento -, a disseminação da informação está cada vez mais acessível. As instituições visam, principalmente, apoiar e acolherpessoas diagnosticadas e suas famílias, além de orientar profissionais da saúde, pesquisadores e órgãos públicos, reforçando, desde o início, a necessidade das medidas para a inclusão alimentar e a defesa de direitos.
Novo site da Fenacelbra Imagem: Reprodução | www.fenacelbra.com.br
‘’O acolhimento ao novo diagnosticado é muito importante. Aprender sobre a dieta e a vida sem glúten é complexo e demorado para ser explicado em uma única consulta com o médico especialista. As Acelbras tomam para si esse papel de orientação. Também é contínua a busca por direitos para pessoas com desordens relacionadas ao glúten e a divulgação da doença celíaca e seu tratamento para a população em geral e para profissionais de saúde’’, aponta Ester Benatti, secretária da Fenacelbra.
A história
As Acelbras são associações que nasceram aos poucos, a partir dos grupos de pais de crianças celíacas que se organizaram para buscar representatividade junto ao poder público. Na época, não existiam produtos de panificação e confeitaria específicos nos mercados, por isso se iniciaram também reuniões para a troca de receitas, estudos e a divulgação de profissionais da saúde.
A Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil foi criada em 2006 pelas Acelbras, com o objetivo de integrar, coordenar e representar as necessidades do público celíaco brasileiro em âmbito nacional e internacional. Essa instituição estabelece a missão institucional concentrada no Estatuto, que serve como referência para as Acelbras, adaptando algumas atividades de acordo com as características econômicas e sociais de cada região.
Segundo Ester Benatti, sua importância está centrada na representatividade. “Reforçamos arepresentação da comunidade celíaca no Controle Social Federal, participando do Conselho Nacional de Saúde, no extintoConselho Nacional de Segurança Alimentar e perante o Congresso Nacional’’, conta a secretária da entidade.
Hoje, a Fenacelbra reúne 12 Acelbras. A primeira teve origem no Rio Grande do Sul (RS) em 1991, e espalhou-se por meio de alguns grupos de apoio no país. Antes da pandemia da Covid-19, os encontros aconteciam periodicamente, de acordo com o calendário de atividades.
As entidades não possuem uma sede fixa: os espaços podem ser cedidos por apoiadores, ou as reuniões podem acontecer ao ar livre. Além disto, os contatos com as organizações são abertos ao público e podem ser realizados remotamente, por meio de telefone, e-mail e WhatsApp.
Acelbra na prática
A Acelbra de cada região é responsável pela realização do cadastro de celíacos após o diagnóstico, realizando, em todos os casos, um acolhimento especial para garantir que a pessoa e seus familiares tirem todas as dúvidas.
Materiais em pdf com dicas de alimentação, quais hábitos desenvolver para garantir a segurança alimentar, como ler os rótulos corretamente, além de explicações sobre o preparo das refeições em casa, são produzidos pelas Acelbras. Eles estão disponíveis para download gratuito no site, que pode ser realizado por qualquer pessoa interessada.
Outra experiência proporcionada é integração com outros celíacos que compartilham experiências e oferecem apoio para quem está começando a viver sem o glúten. Assim, os encontros são oportunidades para discutir melhorias em busca de maior inclusão, fazer novas amizades e, até mesmo, compartilhar receitas.
Direitos dos celíacos
A defesa dos direitos dos celíacos começa na cobrança de políticas públicas para garantir maior segurança alimentar, como a Lei Federal nº 10.674/2003, que obriga as indústrias a acrescentarem no rótulo dos alimentos e bebidas uma declaração clara da presença ou ausência de glúten na composição dos produtos, ou seja: avisar visivelmente se contém ou não contém glúten.
Atualmente, um dos maiores desafios é alcançar um número maior de voluntários e patrocinadores. ‘’Penso que muitos celíacos querem uma situação parecida com a de Buenos Aires, na Argentina, mas não estão dispostos a trabalhar para isso ou não podem dispor de seu tempo físico para se voluntariar numa associação’’, explica a secretária da Fenacelbra.
(Foto principal: Alimento foto criado por master1305 – br.freepik.com)
Como ser um associado da Acelbra na minha região? (Por Kethleen Formigon – @naocontemglutendoc)
Se você acaba de ter o diagnóstico da doença celíaca, a Acelbra pode ajudar muito no processo de adaptação e descoberta desse novo estilo de vida que todos os celíacos precisam seguir. Caso você tenha o diagnóstico há mais tempo, saiba que também é possível fazer parte.
Abaixo, você encontra algumas dicas do projeto Não Contém Glúten para se tornar um associado:
1 – Entre no site da Acelbra mais próxima de você;
2 – Acesse a área destinada para cadastros. Nela, você precisará preencher o formulário com seus dados. Fique tranquilo, pois suas informações são sigilosas e confidenciais;
3 – Depois de preencher o formulário, aguarde o contato.
– Caso você já seja membro e tenha que se mudar para outro Estado, comunique a associação da qual você faz parte e informe seus novos dados;
– Para facilitar, veja uma lista com alguns contatos das Acelbras e Grupos de Celíacos do Brasil. Verifique qual delas está mais próxima de você e faça seu cadastro.
]]>https://pratolivre.com.br/gluten-free/fenacelbra-e-acelbras-conheca-as-associacoes-que-buscam-espaco-e-visibilidade-para-os-celiacos-brasileiros/feed/0Conheça a Granilover Box, assinatura gluten free da Grani Amici
https://pratolivre.com.br/blog/conheca-a-granilover-box-assinatura-gluten-free-da-grani-amici/
https://pratolivre.com.br/blog/conheca-a-granilover-box-assinatura-gluten-free-da-grani-amici/#respondSat, 25 Sep 2021 20:51:32 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2358O post Conheça a Granilover Box, assinatura gluten free da Grani Amici apareceu primeiro em Prato Livre.
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Você já ouviu falar na Granilover Box? A caixa que você vê na foto exemplifica como chegará, mensalmente, o produto de assinatura da Grani Amici na sua casa. Por um valor fixo, o assinante passa a receber um pacote com seis opções – todas livres de glúten, lactose e leite -, além de um mimo especial da marca.
Box personalizada
Recentemente, a fabricante passou a oferecer a personalização de itens, ou seja: o assinante pode escolher os seus prediletos na montagem da caixa. Para isso, basta enviar uma mensagem por e-mail ou WhatsApp para a Grani Amici, informando quais produtos e sabores deseja receber (dentro da quantidade permitida).
]]>https://pratolivre.com.br/blog/conheca-a-granilover-box-assinatura-gluten-free-da-grani-amici/feed/0Testamos o Gaya Food, um novo app de compras voltado para a alimentação saudável
https://pratolivre.com.br/blog/testamos-o-gaya-food-um-novo-app-de-compras-voltado-para-a-alimentacao-saudavel/
https://pratolivre.com.br/blog/testamos-o-gaya-food-um-novo-app-de-compras-voltado-para-a-alimentacao-saudavel/#commentsThu, 26 Aug 2021 23:41:22 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2316O Gaya Food, um novo aplicativo de compras com opções de produtos naturais e específicos para pessoas com restrições alimentares, chegou ao mercado brasileiro com a promessa de ser diferente dos que você já conhece. Ele estabelece o contato entre os clientes e os estabelecimentos que vendem alimentos com designações específicas, como: veganos, sem glúten, […]
]]>O Gaya Food, um novo aplicativo de compras com opções de produtos naturais e específicos para pessoas com restrições alimentares, chegou ao mercado brasileiro com a promessa de ser diferente dos que você já conhece. Ele estabelece o contato entre os clientes e os estabelecimentos que vendem alimentos com designações específicas, como: veganos, sem glúten, livres de alergênicos e kosher, entre outras necessidades.
A ideia da plataforma foi desenvolvida pelo fundador, Paulo Silveira, depois de uma consulta com sua nutricionista. Conversando com a especialista, o empresário percebeu que celíacos, intolerantes à lactose, veganos, entre outros grupos que seguem dietas restritivas (por opção ou não), dificilmente conseguem encontrar opções de comida e bebida de uma maneira prática e rápida.
Imagem: Reprodução | Gaya Food
Esses grupos de pessoas geralmente precisam buscar suas refeições em diversos lugares, fazendo com que a busca por uma alimentação equilibrada seja um processo ainda mais desgastante. Com o intuito de facilitar essa procura, Silveira decidiu reunir produtos e restaurantes confiáveis em um único lugar. O Gaya Food serve, portanto, como um guia de empresas que se preocupam, de fato, em promover a inclusão alimentar.
Saiba como funciona
O aplicativo está disponível para download gratuito no Google Play ou na App Store. Sua interface é bastante intuitiva: você inicia a experiência realizando um cadastro e, na sequência, já pode consultar cada um dos parceiros que disponibilizam alimentos, bebidas e suplementos, clicando especificamente na categoria que aponta sua necessidade. O app mostra, ainda, a localização das lojas físicas e informações sobre o espaço, como horário de funcionamento.
É possível explorar os produtos pelas categorias que divididas por necessidades específicas, como: gluten-free, kosher, lactose-free, low-carb, orgânicos, vegano, vegetariano, e zero açúcar. O app conta também com outras segmentações, sendo elas: bebidas, congelados, kids, padaria e suplementos.
Listando as opções disponíveis de acordo com sua dieta, cada fornecedor possui uma lista dos ingredientes e a quantidade por porção. Ao adicionar seus pedidos ao carrinho, o valor total já é atualizado e sua taxa de frete aparece automaticamente.
Neste primeiro momento, a operação do app acontece apenas na capital paulista. Por ser relativamente novo, a variedade de estabelecimentos ainda não é grande. Porém, em nosso teste, percebemos uma clareza nítida na divisão, que não confunde o usuário, tornando o atendimento mais fluido e rápido.
As marcas que desejarem anunciar no aplicativo podem entrar em contato por meio de um formulário no site oficial da Gaya Food e, após o contato e avaliação (que duram até 20 dias), conseguem adicionar seu cardápio ou portfólio de produtos à plataforma.
]]>https://pratolivre.com.br/blog/testamos-o-gaya-food-um-novo-app-de-compras-voltado-para-a-alimentacao-saudavel/feed/1SteinHaus Blonde Ale é a primeira cerveja naturalmente sem glúten do Brasil
https://pratolivre.com.br/gluten-free/steinhaus-blonde-ale-e-a-primeira-cerveja-naturalmente-sem-gluten-do-brasil/
https://pratolivre.com.br/gluten-free/steinhaus-blonde-ale-e-a-primeira-cerveja-naturalmente-sem-gluten-do-brasil/#respondThu, 19 Aug 2021 21:13:15 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2268A SteinHaus, uma pequena cervejaria localizada em Picada Café (RS), lançou em agosto de 2020 a Cerveja Blonde Ale SteinHaus sem glúten, uma bebida feita com arroz orgânico, que passa pelo processo artesanal de malteação. Esta é única cerveja desenvolvida naturalmente sem glúten no país até o momento. Em nota ao Prato Livre, a empresa […]
]]>A SteinHaus, uma pequena cervejaria localizada em Picada Café (RS), lançou em agosto de 2020 a Cerveja Blonde Ale SteinHaus sem glúten, uma bebida feita com arroz orgânico, que passa pelo processo artesanal de malteação. Esta é única cerveja desenvolvida naturalmente sem glúten no país até o momento.
Em nota ao Prato Livre, a empresa explicou que, por ser uma bebida exclusivamente fabricada com arroz, não possui grãos como trigo, aveia, centeio e cevada e, por esta razão, “não é produzida a partir da quebra de glúten com enzimas”.
O processo com o arroz garante que o limite de quantificação esteja abaixo de 10 ppm (partes por milhão) de glúten em miligrama por litro, segundo o laudo de teste compartilhado com a nossa reportagem e divulgado abertamente nas redes sociais da cervejaria.
A produção da cerveja é orgânica e sustentável (Fotos: divulgação / SteinHaus)
O site oficial da SteinHaus explica que, para a produção desta cerveja, o arroz é submetido a um processo controlado de germinação e, depois, seco. “Dessa forma dispomos do amido do grão e ativamos as enzimas que ajudarão no processo cervejeiro, conferindo características como cor, aroma e sabor. Não utilizamos nenhum aditivo químico para extração do glúten”, diz o texto oficial.
Sustentabilidade
Durante a produção desta cerveja e de outros produtos da SteinHaus, o processo é totalmente orgânico e sustentável.
O arroz utilizado, por exemplo, é certificado como orgânico, pois prioriza um sistema de agricultura que respeita o ecossistema, sem utilizar agrotóxicos ou sementes geneticamente modificadas.
Além disto, toda a mão de obra é baseada na agricultura familiar, em assentamentos provenientes de reformas agrárias no interior do Rio Grande do Sul. Com o trabalho do plantio, os pequenos produtores conseguem cuidar da cooperativa e garantir seu salário.
]]>https://pratolivre.com.br/gluten-free/steinhaus-blonde-ale-e-a-primeira-cerveja-naturalmente-sem-gluten-do-brasil/feed/0Wickbold amplia portfólio de produtos sem glúten
https://pratolivre.com.br/gluten-free/wickbold-amplia-portfolio-de-produtos-sem-gluten/
https://pratolivre.com.br/gluten-free/wickbold-amplia-portfolio-de-produtos-sem-gluten/#respondMon, 07 Dec 2020 21:47:11 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2169A marca Wickbold anunciou recentemente o lançamento de cinco produtos para sua linha sem glúten. O portfólio agora conta com um novo tipo de pão, bolinhos infantis e muffins, todos aptos para celíacos e alérgicos ao trigo. “A linha gluten free conta com uma receita exclusiva, que garante maciez e sabor, além de uma composição […]
]]>A marca Wickbold anunciou recentemente o lançamento de cinco produtos para sua linha sem glúten. O portfólio agora conta com um novo tipo de pão, bolinhos infantis e muffins, todos aptos para celíacos e alérgicos ao trigo.
“A linha gluten free conta com uma receita exclusiva, que garante maciez e sabor, além de uma composição livre de lactose. Também asseguramos uma fabricação com o mais rigoroso padrão de qualidade, ou seja: 100% livre de qualquer contaminação cruzada”, explica Denise Pacheco, coordenadora de marketing da companhia.
Os Bolinhos Infantis Sem Glúten Wickbold já estão disponíveis no mercado em dois sabores: Chocolate com Gotas e Baunilha com Chocolate. Sua fórmula é enriquecida com vitaminas consideradas essenciais para a infância, como A, complexo B, D, K, ferro e zinco. Em de 70g, com um bolinho cada, eles já podem ser encontrados nas principais gôndolas brasileiras pelo valor de R$ 3,70.
Os Muffins Sem Glúten e Sem Lactose, por sua vez, contam com ingredientes inéditos na categoria: Cacau & Castanha-de-Caju e Amêndoas, escolhidos justamente seus inúmeros benefícios para a saúde. Em embalagens monoporções, com 40g, os produtos podem ser encontrados por cerca de R$ 3,70 (cada).
Por fim, para atender os pedidos dos consumidores, a marca preparou também um novo sabor de pão: Beterraba & Batata-Doce, com vegetais de verdade na formulação e coloração roxa do miolo. O produto é zero colesterol e gordura trans, além de não conter lactose. Com 300g e prazo de validade diferenciado de 18 dias, o lançamento está disponível pelo valor médio de R$ 15,00.
]]>https://pratolivre.com.br/gluten-free/wickbold-amplia-portfolio-de-produtos-sem-gluten/feed/0Panetones e chocotones sem glúten em São Paulo: saiba onde encontrar
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https://pratolivre.com.br/gluten-free/panetones-e-chocotones-sem-gluten-em-sao-paulo-sp-saiba-onde-encontrar/#respondMon, 23 Nov 2020 07:17:43 +0000https://pratolivre.com.br/?p=2106A temporada gastronômica com foco nas festas de final de ano já chegou e, com ela, diversas opções para quem ama a ceia tradicional de uma das datas mais esperadas: o Natal. Falando sobre as opções sem glúten e sem contaminação cruzada – aptas para celíacos, alérgicos ao trigo e para quem possui a sensibilidade […]
]]>A temporada gastronômica com foco nas festas de final de ano já chegou e, com ela, diversas opções para quem ama a ceia tradicional de uma das datas mais esperadas: o Natal. Falando sobre as opções sem glúten e sem contaminação cruzada – aptas para celíacos, alérgicos ao trigo e para quem possui a sensibilidade ao glúten não celíaca (SGNC) – na capital paulista, é possível dizer que, em 2020, principalmente considerando o período de pandemia, estão bastante diversificadas. O Prato Livrereuniu alguns lugares para encomendar desde já seu chocotone ou panetone 100% gluten free. Confira a seleção:
Lilóri
Na Lilóri, padaria artesanal localizada nos Jardins, próxima à avenida Paulista, todo o cardápio é livre de glúten, leite, açúcar refinado, conservantes e de contaminação cruzada; as receitas são, portanto, próprias para celíacos e alérgicos à proteína do leite da vaca.
O principal destaque de 2020 é o Brownietone (800g) com nozes e ganache. De acordo com o cardápio, ele lembra o brownie tradicional da Lilóri, que tem casca crocante e é macio por dentro (R$ 139,90). O Chocotone Trufado de Brigadeiro, com 750g, conta com brigadeiro de amêndoas e chocolate granulado salpicado (R$ 119,90). Há também as opções mini, como o Trufado de Gianduia Low Carb (200g), com recheio de creme de avelã, chocolate zero, leite de coco e xilitol (R$ 57,90).
As encomendas podem ser realizadas pessoalmente ou no site da Lilóri.
Padoca do Bem
A Padoca do Bem, em Moema, conta com seus divertidos Arvoretones no cardápio de Natal. Para quem deseja apostar em uma decoração de mesa diferente, eles são bolos natalinos (250g) em formato de árvore no estilo panetone.
A exclusividade está disponível em duas opções: Arvoretone Funcional de Frutas Secas (R$ 40,00), que conta com açúcar de coco, amêndoas, damasco seco, cranberry desidratada e farinha de linhaça dourada (entre outros) na composição. Já o Arvoretone Chocolate 70%, é vegano, e possui chocolate 70% cacau Gobeche, açúcar de coco, óleo de coco, farinha de linhaça dourada e farinha de mandioca Zaya (R$ 40,00).
Na Colher de Mel, localizada no Brooklin, zona Sul da capilta paulista, há duas opções de sabores clássicos: chocotone – com gotas de chocolate – e panetone com frutas cristalizadas. Ambos estão disponíveis em 100g ou 300g.
A venda acontece sempre às terças e quintas-feiras. Você pode reservar o seu sempre até segunda ou quarta; depois disso, a disponibilidade acontece mediante ao estoque do dia. Os pedidos podem acontecer via Ifood, Rappi ou WhatsApp. Confira mais informações no Instagram da Colher de Mel.
Parise Gourmet
Na Parise Gourmet, também situada no Brooklin, há opções sem glúten, lácteos, vegetarianas e 0% açúcar. A lista de opções é variada. Entre os itens do cardápio, estão: o panetone de frutas linha Baby, adoçado com frutas, de 180g (R$ 20,90); o chocotone recheado de ganache de cacau zero açúcar, com 450g (R$ 63,90); por fim, o Bolotone, de sabor pão de mel, recheado de doce de “leite”, também com 450g (R$ 45,50).
A Red Onions Culinária Saudável, por sua vez, oferece uma incrível variedade sem glúten e sem lactose na região de Santana, zona Norte da capital paulista. O cardápio festivo inclui o inusitado panetone com damasco, além dos tradicionais frutas cristalizadas e chocotone clássico (com gotas de chocolate).
As encomendas podem ser realizadas por meio da loja on-line, no aplicativo próprio da marca (disponível para Android), pelo Ifood ou pelo WhatsApp. Acesse o Instagram da Red Onions para saber mais.
Menu Sem Glúten
A Menu Sem Glutén, da chef celíaca Carol Acquisti, disponibilizou um menu completo sem glúten para o Natal. Com o ateliê instalado na região de Moema, ela atende apenas sob encomenda e por meio do WhatsApp.
Panetone e chocotone clássicos estão disponíveis nas versões grande (600g), médio (300g) e mini (130g). Destaque também para a opção low carb e sem açúcar, com nozes, cranberry e damasco, de 300g (R$ 36,00).
Entre os recheados, estão o chocotone trufado (com chocolate belga sem lactose) de 400g (R$ 63,00) ou 1kg (120,00) e o trufado com doce de leite e coberto com chocolate belga, também de 400g (R$ 68,00) ou 1kg (115,00). Mais informações estão disponíveis no Instagram da Menu Sem Glúten.
ABC
Vó Manoela Culinária Sem Glúten – Santo André (SP)
Sônia Martins, por meio da marca Vó Manoela Culinária Sem Glúten, oferece um trabalho totalmente artesanal, atendendo por encomenda pelo Whatsapp (11 99503-3726). No bairro Jardim Utinga, em Santo André (SP), ela entrega em toda a região do ABC e Grande São Paulo.
Na linha de Natal, Sônia disponibilizou chocotone com gotas de chocolate meio amargo, e o panetone, com frutas e passas sem glúten, ambos com 320g (R$ 28,00). Acesse o Instagram da Vó Manoela e saiba mais.
(Fotos: as fotos são de divulgação de cada estabelecimento)