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Arquivos Blog | Prato Livre https://pratolivre.com.br/noticias/blog/ O seu portal de notícias da inclusão alimentar Mon, 30 May 2022 23:38:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://pratolivre.com.br/wp-content/uploads/2018/02/cropped-favicon-32x32.png Arquivos Blog | Prato Livre https://pratolivre.com.br/noticias/blog/ 32 32 Aos 36 anos, ela busca um diagnóstico no sistema público de saúde: Conheça a história da jornalista Vanessa Virães https://pratolivre.com.br/blog/aos-36-anos-ela-busca-um-diagnostico-no-sistema-publico-de-saude-conheca-a-historia-da-jornalista-vanessa-viraes/ https://pratolivre.com.br/blog/aos-36-anos-ela-busca-um-diagnostico-no-sistema-publico-de-saude-conheca-a-historia-da-jornalista-vanessa-viraes/#respond Mon, 30 May 2022 23:27:16 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2621 Você já parou para pensar em como é conviver diariamente com inúmeros sintomas clínicos jamais explicados pelos médicos?  Essa é uma frequente realidade no Brasil, não só entre pessoas que buscam um diagnóstico adequado para doença celíaca, mas também em relação a outras restrições alimentares. Conheça a história da jornalista Vanessa Virães, de 36 anos.

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Você já parou para pensar em como é conviver diariamente com inúmeros sintomas clínicos jamais explicados pelos médicos?  Essa é uma frequente realidade no Brasil, não só entre pessoas que buscam um diagnóstico adequado para doença celíaca, mas também em relação a outras restrições alimentares.

A doença celíaca é uma condição autoimune e genética desencadeada pela ingestão de glúten, uma proteína presente em grãos como trigo, centeio, cevada e aveia, que causa um processo inflamatório afetando principalmente o intestino delgado. Ataca as células de defesa do organismo e resulta na atrofia das vilosidades no órgão o que, consequentemente, diminui a capacidade de absorção dos nutrientes.

Estima-se uma prevalência mundial de 1%, ou seja: uma em cada 100 pessoas pode ser celíaca. A Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), pontua que embora o país não conte com dados oficiais, são mais de 2 milhões de brasileiros celíacos. Além disto, muitos ainda estão sem o diagnóstico oficial.

A doença celíaca não é categorizada como rara, porém, muitos profissionais da área da saúde ainda a tratam desta forma, tanto no setor privado, quanto na esfera pública.

Há aproximadamente três anos, a realidade da jornalista e representante comercial Vanessa Virães, de 36 anos, é a busca por um diagnóstico adequado. Apesar de encontrar semelhanças com os sintomas que já pesquisou sobre a doença celíaca, ela continua sem respostas.

Percebendo que o glúten é um dos seus principais gatilhos, sem esperanças de conseguir um diagnóstico e frustrada com os médicos com os quais se consultou, Vanessa decidiu arriscar por conta própria e retirar a proteína da sua alimentação, com a consciência de que, sem os exames necessários, talvez continuaria sem respostas, até quando, não se sabe.

Mesmo que a recomendação médica seja não retirar o glúten antes do diagnóstico, como julgar alguém que está há anos buscando respostas sem conseguí-las?

“Ainda não tive um diagnóstico médico comprovado. Sou hospitalizada duas vezes por ano com dores fortíssimas abdominais, enjoos, estufamento, gases, inflamação intestinal, entre outros. Preciso sempre entrar no soro para conseguir sanar as dores e o desconforto. Na minha última consulta, foi receitado um antidepressivo, pois entenderam que poderia ser psicossomático, por estresse, ansiedade e depressão. Não tomei o remédio, é claro”, conta Vanessa.

A jornalista não tem convênio médico e depende de atendimento pelo sistema público de saúde que, no Brasil, oferece atendimento acessível a todos. Embora exista um protocolo clínico e diretrizes terapêuticas da doença celíaca, os médicos que, até então, trataram Vanessa, não estão familiarizados com os exames necessários para diagnosticar a doença.

“O atendimento é básico, rápido e sem muito acesso a exames mais específicos. O sistema é ótimo na proposta, mas falho no atendimento e base estrutural de exames, abordagem e análise de casos (de forma humana e individual). É tudo muito rápido e com diagnósticos parecidos, para todas as pessoas. Me senti louca por ter esse diagnóstico de somatização por stress e depressão, e não por uma condição de saúde física. Mas continuo buscando informação, para conseguir ter uma rotina e vida mais normal e prazerosa possível”, explica Vanessa Virães.

De acordo com a Fenacelbra, é necessário ingerir glúten diariamente por dois meses, ao menos para obter um diagnóstico adequado; nos casos em que a pessoa já faz a dieta, é preciso retornar a ingerir sob supervisão médica: isso não foi solicitado à paciente. Entre os exames listados pelo próprio protocolo do sistema público de saúde, apenas um foi solicitado à Vanessa. O respectivo documento explica, ainda, que biópsia do intestino delgado é imprescindível para o diagnóstico definitivo, como explica o trecho abaixo:

“[…] Deve-se enfatizar que, até o momento, os marcadores sorológicos para DC não substituem o exame histopatológico do intestino delgado, que continua sendo o padrão-ouro para o diagnóstico de DC. No entanto, a biópsia intestinal deve ser solicitada mesmo com sorologia negativa nos casos de deficiência de IgA e nos casos com alta suspeição clínica, como nos parentes de primeiro grau de doentes celíacos com sinais ou sintomas compatíveis.”

A biópsia do intestino delgado, entretanto, não foi solicitada à jornalista: foi retirada uma amostra do estômago, região que não corresponde à indicada pelo protocolo para realização do diagnóstico. “Tenho encaminhamento para o gastroenterologista em junho. Vou munida de informações, para tentar realizar os exames corretamente desta vez”, conta.

Além de reagir a alimentos com glúten, Vanessa também percebeu sintomas que acredita estarem relacionados a outras restrições alimentares. Sem apoio e orientação médica, mantém atualmente uma alimentação vegana, restrita e sem glúten por conta própria, a fim de sentir um ‘alívio’ no cotidiano.

Mesmo que seu diagnóstico venha a ser outro, Vanessa defende que a doença celíaca precisa de mais visibilidade não só no sistema público, mas também no que diz respeito às políticas públicas.

“Vivemos dentro de uma caixinha e entende-se ainda, que dieta sem glúten e/ou vegan não são saúde básica, e sim modismo para atender o mercado. Precisamos abordar mais a questão da doença celíaca, levando como uma política de saúde pública e necessária para que todas as pessoas consigam entender os sinais que seu corpo dá. Só quem tem respaldo e entendimento são os beneficiados financeira e socialmente”, finaliza.

 

(Arte: Direitos reservados – Prato Livre)
Foto: Arquivo pessoal | Vanessa Virães)

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Conheça Amstel Ultra, a nova cerveja ‘levinha’ e sem glúten do grupo Heineken https://pratolivre.com.br/blog/conheca-amstel-ultra-a-nova-cerveja-levinha-e-sem-gluten-do-grupo-heineken/ https://pratolivre.com.br/blog/conheca-amstel-ultra-a-nova-cerveja-levinha-e-sem-gluten-do-grupo-heineken/#respond Mon, 02 May 2022 20:43:42 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2538 O post Conheça Amstel Ultra, a nova cerveja ‘levinha’ e sem glúten do grupo Heineken apareceu primeiro em Prato Livre.

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No final de 2021, a marca Amstel apostou todas as fichas no lançamento de sua cerveja low-carb e sem glúten para o país. Além de contar com baixo teor de carboidratos e 47% menos calorias do que as principais cervejas puro malte do mercado, Amstel Ultra é a primeira versão com menos de 20 ppm (partes por milhão) de glúten do grupo Heineken no Brasil.

Diferente da receita original, a versão Ultra conta com uma densidade menor no sabor, garantindo o equilíbrio entre as características de amargor e refrescância. A proposta foi trazer uma cerveja de paladar e aroma leves. O teor alcoólico também é menor.

A bebida, que já existia em outros cinco países até então, tem 72 calorias e é vendida atualmente nas versões long neck (255 ml) e lata (269 ml).

Low-carb, sem glúten e de baixas calorias

O apelo publicitário da nova cerveja é, prioritariamente, o baixo teor de calorias, visando incentivar os consumidores a não ficarem preocupados o tempo todo com sua dieta. O slogan “Não conte calorias, conte momentos” pretende chamar a atenção para o assunto, ressaltando que existem alternativas para quem deseja guardar apenas bons momentos, sem abrir mão da qualidade e do sabor de uma cerveja.

Amstel Ultra também atende o público com restrições alimentares relacionadas ao consumo de glúten (como a doença celíaca e a sensibilidade ao glúten não celíaca), garantindo que o processo seja seguro também para essas pessoas.

Sem contaminação cruzada por glúten

Na fabricação da cerveja, a proteína do glúten presente naturalmente na composição é quebrada por uma enzima específica, como explica Anna Luisa Dafico, gerente de marketing da Amstel. “No processo de produção, implementamos procedimentos para evitar qualquer contato com outras cervejas. Além disso, os lotes produzidos são testados para a garantia de um teor de glúten menor que 20 ppm. Todos passam pela análise de glúten, que garante a quantidade máxima permitida.”

Qual é o valor e onde encontrar?

O preço de Amstel Ultra foi uma das características que mais chamou a atenção do consumidor de cervejas sem glúten: ela é uma das mais acessíveis do mercado, custando aproximadamente R$3,99 a long neck de 275ml, e R$3,49 a lata de 269ml. É possível encontrá-la em supermercados das regiões Sul e Sudeste do país e em lojas virtuais.

Para a gerente de marketing da Amstel, a distribuição em larga escala tem o objetivo de ampliar o acesso às cervejas sem glúten. “Estamos sempre de olho nas tendências de consumo e no perfil do brasileiro. Nosso objetivo é atender uma parcela de consumidores e um segmento que está em crescimento. Vemos neste produto uma grande oportunidade e pretendemos desenvolver a categoria Ultra, como fizemos com a categoria de cervejas puro malte mainstream, com a chegada de Amstel, há 6 anos”, explica a executiva.

Por ser inspirada em Amsterdã, capital da Holanda, a marca reforça questões de diversidade em seu posicionamento, o que explica o interesse do grupo Heineken lançar uma versão inclusiva por meio da Amstel.

O que diz a comunidade celíaca sobre as cervejas sem glúten?

Em entrevista ao Prato Livre, Ester Benatti, secretária da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), explicou que as cervejas sem glúten brasileiras estão dentro das normas estabelecidas em 2019 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A comunidade celíaca do país considera, entretanto, que as cervejas feitas de cevada ou trigo, com processo enzimático para quebra dessas proteínas, deveriam estar em uma categoria de ‘glúten reduzido’. “É importante lembrar que elas podem provocar reação em pessoas com a doença celíaca ativa ou, ainda, em quem ingerir uma quantidade maior que um litro ao dia”, afirma a representante da Federação.

A recomendação da associação é cada celíaco converse com o profissional que o acompanha sobre o consumo desse tipo de bebida.

(Fotos: Divulgação / Amstel)

 

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Conheça a Granilover Box, assinatura gluten free da Grani Amici https://pratolivre.com.br/blog/conheca-a-granilover-box-assinatura-gluten-free-da-grani-amici/ https://pratolivre.com.br/blog/conheca-a-granilover-box-assinatura-gluten-free-da-grani-amici/#respond Sat, 25 Sep 2021 20:51:32 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2358 O post Conheça a Granilover Box, assinatura gluten free da Grani Amici apareceu primeiro em Prato Livre.

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Você já ouviu falar na Granilover Box? A caixa que você vê na foto exemplifica como chegará, mensalmente, o produto de assinatura da Grani Amici na sua casa. Por um valor fixo, o assinante passa a receber um pacote com seis opções – todas livres de glúten, lactose e leite -, além de um mimo especial da marca.

Box personalizada

Recentemente, a fabricante passou a oferecer a personalização de itens, ou seja: o assinante pode escolher os seus prediletos na montagem da caixa. Para isso, basta enviar uma mensagem por e-mail ou WhatsApp para a Grani Amici, informando quais produtos e sabores deseja receber (dentro da quantidade permitida).

Entre as possibilidades para a composição da Granilover Box, estão o pão de forma de batata doce, a torrada tradicional (sem glúten e leite), o Brownie Mix, o bolo de churros, e os minibolos de coco ou chocolate.

Saiba como funciona

Para receber o kit em casa, basta realizar o cadastro no site e conferir a taxa de entrega.

Além disto, o cancelamento do serviço pode ser feito a qualquer momento, sem multa.

Temos um desconto exclusivo para você, leitor do Prato Livre:

Use o código PRATOLIVRE e ganhe 10% de desconto:
– Em compras no site da Grani Amici;
– Ou na sua primeira caixa da Granilover Box.

Saiba mais clicando aqui.

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Testamos o Gaya Food, um novo app de compras voltado para a alimentação saudável https://pratolivre.com.br/blog/testamos-o-gaya-food-um-novo-app-de-compras-voltado-para-a-alimentacao-saudavel/ https://pratolivre.com.br/blog/testamos-o-gaya-food-um-novo-app-de-compras-voltado-para-a-alimentacao-saudavel/#comments Thu, 26 Aug 2021 23:41:22 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2316 O Gaya Food, um novo aplicativo de compras com opções de produtos naturais e específicos para pessoas com restrições alimentares, chegou ao mercado brasileiro com a promessa de ser diferente dos que você já conhece. Ele estabelece o contato entre os clientes e os estabelecimentos que vendem alimentos com designações específicas, como: veganos, sem glúten, […]

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O Gaya Food, um novo aplicativo de compras com opções de produtos naturais e específicos para pessoas com restrições alimentares, chegou ao mercado brasileiro com a promessa de ser diferente dos que você já conhece. Ele estabelece o contato entre os clientes e os estabelecimentos que vendem alimentos com designações específicas, como: veganos, sem glúten, livres de alergênicos e kosher, entre outras necessidades.

A ideia da plataforma foi desenvolvida pelo fundador, Paulo Silveira, depois de uma consulta com sua nutricionista. Conversando com a especialista, o empresário percebeu que celíacos, intolerantes à lactose, veganos, entre outros grupos que seguem dietas restritivas (por opção ou não), dificilmente conseguem encontrar opções de comida e bebida de uma maneira prática e rápida.

Imagem: Reprodução | Gaya Food

Esses grupos de pessoas geralmente precisam buscar suas refeições em diversos lugares, fazendo com que a busca por uma alimentação equilibrada seja um processo ainda mais desgastante. Com o intuito de facilitar essa procura, Silveira decidiu reunir produtos e restaurantes confiáveis em um único lugar. O Gaya Food serve, portanto, como um guia de empresas que se preocupam, de fato, em promover a inclusão alimentar.

 

Saiba como funciona

O aplicativo está disponível para download gratuito no Google Play ou na App Store. Sua interface é bastante intuitiva: você inicia a experiência realizando um cadastro e, na sequência, já pode consultar cada um dos parceiros que disponibilizam alimentos, bebidas e suplementos, clicando especificamente na categoria que aponta sua necessidade. O app mostra, ainda, a localização das lojas físicas e informações sobre o espaço, como horário de funcionamento.

É possível explorar os produtos pelas categorias que divididas por necessidades específicas, como: gluten-free, kosher, lactose-free, low-carb, orgânicos, vegano, vegetariano, e zero açúcar. O app conta também com outras segmentações, sendo elas: bebidas, congelados, kids, padaria e suplementos.

Listando as opções disponíveis de acordo com sua dieta, cada fornecedor possui uma lista dos ingredientes e a quantidade por porção. Ao adicionar seus pedidos ao carrinho, o valor total já é atualizado e sua taxa de frete aparece automaticamente.

Neste primeiro momento, a operação do app acontece apenas na capital paulista. Por ser relativamente novo, a variedade de estabelecimentos ainda não é grande. Porém, em nosso teste, percebemos uma clareza nítida na divisão, que não confunde o usuário, tornando o atendimento mais fluido e rápido.

As marcas que desejarem anunciar no aplicativo podem entrar em contato por meio de um formulário no site oficial da Gaya Food e, após o contato e avaliação (que duram até 20 dias), conseguem adicionar seu cardápio ou portfólio de produtos à plataforma.

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Estudante de comunicação lança podcast e faz sucesso entre os celíacos https://pratolivre.com.br/blog/estudante-de-comunicacao-lanca-podcast-e-faz-sucesso-entre-os-celiacos/ https://pratolivre.com.br/blog/estudante-de-comunicacao-lanca-podcast-e-faz-sucesso-entre-os-celiacos/#respond Sun, 22 Nov 2020 22:53:48 +0000 https://pratolivre.com.br/?p=2089 Kethleen Formigon, aluna do curso de Rádio, TV e Internet da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mergulhou no desafio de produzir um documentário, atividade para uma disciplina da faculdade. O que era um simples trabalho da graduação acabou virando um projeto multiplataforma, com destaque para o podcast, que tem feito sucesso entre celíacos […]

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Kethleen Formigon, aluna do curso de Rádio, TV e Internet da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mergulhou no desafio de produzir um documentário, atividade para uma disciplina da faculdade. O que era um simples trabalho da graduação acabou virando um projeto multiplataforma, com destaque para o podcast, que tem feito sucesso entre celíacos e simpatizantes da temática dedicada às desordens causadas pelo glúten.

Resultado de muita pesquisa em materiais publicados e em campo, entrevistas com especialistas e celíacos, Kethleen atravessou altos e baixos durante o processo, e também utilizou-se da experiência pessoal. O documentário “Não Contém Glutén”, reconhecido pela UFJF, que conta com 23 minutos e quatro personagens em seu enredo, fez e continua fazendo a diferença na vida de muitos espectadores.

O projeto ‘Não Contém Glúten’

Depois de apresentar o documentário e, feliz pela repercussão, Kethleen, que ainda cursa a graduação, já tem a ambição de uma profissional e, por isso, partiu para algo maior. A ideia de explorar a possibilidade de uma ampla abordagem por meio de um projeto multiplataforma, agora com mais conhecimento sobre o assunto, visa abranger o máximo de pessoas e conscientizar a sociedade como um todo.

Podcast

Hoje, Kethleen descreve o podcast do projeto ‘Não Contém Glúten’ como seu ‘xodó’, e se diz muito satisfeita pela produção, por conta de todo o cuidado – técnico, teórico e prático – com cada detalhe e seu ineditismo. A primeira temporada é bastante informativa e conta com a participação de um dos maiores nomes no Brasil em doença celíaca: dr. Fernando Valério, médico da capital paulista.

Quem é Kethleen Formigon?

Criadora do primeiro projeto multiplataforma do país sobre a doença celíaca e produtora do documentário “Não Contém Glúten”, Kethleen atualmente trabalha com Comunicação e Marketing; é produtora de conteúdo, on-line e off-line em vídeo, texto, podcast e postagens para as plataformas e rede sociais; gerenciamento de mídias, fotógrafa e filmaker; roteirista e apresentadora.

A comunicadora passou maus momentos desde o seu nascimento até que, com apenas três anos de idade, correndo risco de morte, foi diagnosticada como celíaca. A família trilhou um caminho bastante difícil até esse diagnóstico, com idas e vindas a hospitais, médicos, exames, em meio a um cotidiano ainda com glúten. Esse processo tomou outro rumo com o diagnóstico, mudou a vida de todos da família – seu pai, mãe, irmãs – diante da seriedade do problema e do que deveriam – juntos – fazer a partir de então.

Aos 21 anos de idade, com seu histórico profissional, já na faculdade e diante do desafio de produzir um documentário para uma das disciplinas do curso de Rádio, TV e Internet da UFJF, contou um pouco ao Prato Livre sobre sua vontade de produzir conteúdo voltado à doença celíaca.

“Eu queria muito fazer, mas não tinha o dinheiro pra isso. No ano passado, a ideia se fortaleceu na minha cabeça. Eu estava em um momento que eu queria falar sobre doença celíaca. Se alguém me oferece alguma coisa, hoje eu falo que sou celíaca, explico e me abro para responder às dúvidas das pessoas. Antes, eu não sabia, nem falava sobre”, conta.

A fim de conscientizar e prestar um serviço que não parasse ali, como um simples trabalho de faculdade, Kethleen arregaçou as mangas, formou uma equipe de produção e edição, buscou apoio e deu o seu melhor para sair da superficialidade e da desinformação com esta produção.

“Quando surgiu a disciplina Direção de Documentário, eu quebrei a cabeça sobre vários temas. Por fim, entendi que falar sobre a doença celíaca seria minha melhor escolha. As pessoas precisam entender o que é e que não é frescura. Comecei toda a pesquisa fui descobrindo muitas coisas. Eu fiquei muito feliz e aprendi demais. Com esse projeto, meu caminho foi se abrindo”, reforça.

Doença celíaca, uma realidade dura e mal compreendida

Muitos celíacos sequer possuem um diagnóstico correto ou têm consciência da sua gravidade. Muitos celíacos pouco sabem ou nada sabem sobre o que é e como tratá-la para obter a tão desejada qualidade de vida. Devido à falta e à não democratização da informação, quem possui desordens relacionadas ao glúten muitas vezes desconhece que, até mesmo os cosméticos, por exemplo, podem conter a proteína, e que esta não é uma exclusividade dos alimentos. A ajuda médica, o acompanhamento, os exames periódicos e o tratamento são essenciais.

A família, por sua vez, sofre junto com o celíaco e, muitas vezes, também não compreende o que fazer diante do diagnóstico, não sabe ajudar, ou se limita a criticar. A doença, apesar de não ter cura, é tratável com a retirada do glúten, a extinção da contaminação cruzada e o acompanhamento médico e nutricional necessários.

No Brasil, ainda, muitos médicos desconhecem o quadro dessa doença autoimune e crônica. Médicos que fazem uma leitura muito rasa dos sintomas e acabam não identificando o problema, que pode se manifestar tanto em crianças, quanto na fase na adulta. Sem falar na falta de suporte da saúde pública, isso quando existe. O atendimento é precaríssimo. Estes são apenas alguns exemplos que afirmam e reafirmam como a informação é vital.

Diante dessa realidade, por tudo o que Kethleen viveu, vive e absorveu ao longo de todo o projeto, almeja crescer, ampliar a plataforma, a equipe de produção de conteúdo, audiovisual e outros profissionais, ter uma frequência de publicação maior e, finalmente, mergulhar em sua paixão por conteúdo web, colocando em prática o aprendizado, abrir frentes de trabalho e contar com parcerias, patrocinadores, apoiadores, apreciadores e interessados no assunto.

Campanha de Natal do projeto Não Contém Glúten

Se você é celíaco, participe da pesquisa do projeto Não Contém Glúten. O principal objetivo da campanha será a conscientização social sobre a inclusão de celíacos nas festas de Natal. Acesse, saiba mais e preencha o formulário.


Clique aqui, conheça mais sobre o projeto, a profissional e seu podcast.
O “Não Contém Glúten’ também está no Instagram em @naocontemglutendoc

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Você já conhece o aplicativo da Schär para celíacos? https://pratolivre.com.br/blog/voce-ja-conhece-o-aplicativo-da-schar-para-celiacos/ https://pratolivre.com.br/blog/voce-ja-conhece-o-aplicativo-da-schar-para-celiacos/#respond Wed, 09 Sep 2020 13:00:29 +0000 http://7uptheme.com/wordpress/geniuskitchen/?p=759 Qualquer celíaco que se preze provavelmente já ouviu falar na Dr. Schär, uma das marcas especializadas em produtos sem glúten mais presentes hoje por aqui. No Brasil desde 2012, a empresa originalmente italiana amplia, cada dia mais, não só a distribuição, mas também o número de opções em seu portfólio.

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Sobre a marca, a defesa da rotina gluten free como estilo de vida e o aplicativo

Qualquer celíaco que se preze provavelmente já ouviu falar na Dr. Schär, uma das marcas especializadas em produtos sem glúten mais presentes hoje por aqui. No Brasil desde 2012, a empresa originalmente italiana amplia, cada dia mais, não só a distribuição, mas também o número de opções em seu portfólio.

Atualmente, você vê Schär na maioria dos supermercados. Tem Schär em qualquer e-commerce especializado. Tem Schär muito fácil nos aplicativos de entrega. Se a proposta da marca era fixar o nome na cabeça das pessoas que não podem consumir glúten (ou não querem), tenha a certeza de que funcionou muito bem.

De acordo com informações oficiais no site da empresa, a decisão de intensificar a operação no Brasil se deve “à dinâmica do mercado brasileiro, à grande aceitação aos produtos e ao potencial de expansão do consumo de alimentos sem glúten”.

Percebe-se que, hoje, os médicos se preocupam mais em diagnosticar corretamente um celíaco, ao mesmo tempo em que a sociedade absorve a ideia com mais facilidade. A indústria, por sua vez, passa a oferecer mais opções seguras de alimentação. Seja coincidência ou não, depois da Schär, o acesso à alimentação ficou muito mais fácil e, é claro, fez também com que a oferta de restaurantes especializados aumentasse.

A Schär e sua presença na vida do celíaco brasileiro

É nítido que a Schär quer não só se fazer presente e ser prioridade na vida do celíaco, mas também facilitar o acesso à informação, defendendo a ideia do ‘gluten free’ como um estilo de vida.

Não é à toa que o site oficial para brasileiros parece também um canal informativo. Ali você encontra conteúdos exclusivos sobre o glúten, a condição celíaca, textos que contam histórias sobre a vida de algumas pessoas, além de artigos sobre saúde e bem-estar.

Mais do que ser uma das marcas mais presentes na vida do celíaco brasileiro, eu acredito que a Schär visa se posicionar como amiga. Ela não quer apenas estar presente de alguma forma no seu café da manhã ou no seu lanche da tarde, mas se vê também na obrigação de te informar e ajudar diariamente.

O aplicativo e minhas considerações

A empresa lançou um aplicativo intitulado “Schär Sem Glúten”, que conversa com o site e possui ícones que ajudam o usuário encontrar facilidades, como: restaurantes próximos, meios de hospedagem com alimentação para celíacos, lojas para comprar produtos sem glúten, receitas e, por fim, dicas úteis para o cotidiano.

O app também te oferece a opção de ingressar no Schär Club, que tem o objetivo de esclarecer dúvidas sobre produtos da marca ou sobre a dieta sem glúten, acesso a receitas e a opção de montar um livro de receitas com as suas prediletas na listagem.

A ideia seria ótima, se não estivesse tão limitada à própria marca em si. Em “Lojas”, o app identifica locais próximos para comprar produtos Schär. A lista de restaurantes é, ainda, muito simples, por exemplo. A lista com opções de hotéis próximos também é insuficiente.

O ícone com receitas, por outro lado, é interessante. Conta com dicas de preparo desde salgadinhos para festas, até receitas que também são sem lactose. O app também disponibiliza bons artigos informativos.

De forma geral, baixá-lo pode ajudar você na rua e/ou em casa. Porém, não espere nada muito complexo, nem uma lista extensa de opções.

(Imagens: Reprodução / Aplicativo Schär Sem Glúten)

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